Aventuras na História N° 126 (Janeiro de 2014) - Neil Armstrong - O Herói Americano

    Abril

    Abril
    2014
    66 páginas
    2h 12m
    ISBN-1: 0
    Português Brasileiro

    A edição 126 de Aventuras na História traz como matéria principal o Neil Armstrong, astronauta que se tornou um herói americano por ter sido o primeiro a pisar na Lua, além de mostrar o que ele fez para fugir dos holofotes e porque ele foi o escolhido para essa missão. Além disso, confira como está a África do Sul sem Nelson Mandela. Qual é a moda que veio das guerras. A farra do simpósio grego e... Como Hollywood virou a cidade do cinema.

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    R .13/11/2021Resenhou um livro
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    Janeiro de 2014

    "Neil Armstrong" A personalidade calma para ações em situações de estresse (como ocorreu na Gemini 8, em 1966, que quase termina em tragédia) e que não explorava a fama e heroísmo, como fizeram outros astronautas, foi destaque na reportagem, que tem lista com disposições de alguns. Talvez tenha sido escolhido para ser o pioneiro a pisar na lua também por isso. O texto citou ainda descontentamento de Buzz Aldrin, que havia sido cogitado para o feito de Armstrong. Curiosamente, apesar de Neil ter sido o primeiro homem a pisar na lua, as fotos que se popularizaram foram as que mostravam Aldrin. O Armstrong teve poucas, aparecendo mais no reflexo do capacete do astronauta compatriota, em imagens registradas por ele mesmo. A reportagem não citou, mas existe teoria conspiratória afirmando que Aldrin sabotou as imagens que registrara de Neil propositalmente, frente a insatisfação de não ter sido "o escolhido" para o famoso "pequeno passo para um homem e salto gigantesco para a humanidade". Será? A percepção geral com o texto é de um herói no sentido mais romântico, de não buscar glória para si. "O telégrafo da selva" Sobre a incrível arte de tribos africanas em estabelecer mensagem através do toque de tambores. É uma arte em extinção no continente e que encantara e intrigara colonizadores nos contatos estabelecidos, como forma de comunicação equiparada a avanços almejados. Movido por curiosidade, recorri ao YouTube para ter a sensação de impacto que outros tiveram no passado. É realmente arte em extinção pois tive dificuldades de localizar vídeos, nenhum em português, mas estão lá exemplificando com o termo "talking drumm" Devaneios à parte, é um som diferenciado, não soando como música cadenciada segundo conhecemos (estudiosos curiosamente nem classificam como música, mas como forma de literatura). Fique maravilhado, mesmo não entendendo nada. Ah, e deu para notar uma das mentiras no cinema, que rotineiramente mostra tocadores de mensagens em ritmos alucinados usando as mãos livres sem qualquer acessório. Em todos os vídeos que vi é usada uma espécie de "baqueta" para refinamento dos sons. Já que citei o cinema, tem reportagem sobre o pioneirismo e sobre Hollywood - "A capital do cinema". Não curti. Penso que a história deveria ser contada com filmes ilustrando as fases e desdobramentos, o que não ocorreu nas escolhas da reportagem, deixando-a, pelo menos para mim, pouca atrativa. Cinema é imagem e, como já dizia o velho chavão, estas valem por mil palavras. Curti também a etimologia para "simpósio". Não sabia que vem do grego e, entre estes, simpósios eram reuniões onde se discutia filosofia, política, a vida e, logicamente, fofocas (esse parecer foi por minha conta), regadas à vinho e companhia de mulheres "de fino trato". O texto equiparou à conversas e encontros de bares, mas diferentemente das orgias que também eram rotineiras. Nos simpósios ficar bêbado era falta de etiqueta e favores sexuais, apesar de existirem, ficavam em segundo plano. Venderam esse peixe na revista. Vivendo e aprendendo. Ei! Lá na igreja, quando falarem em simpósio, vou gastar o conhecimento sobre a origem. Calma! Calma! Brincadeira! Sem radicalismo, pois simpósio que vivemos hoje é discussão em torno de conhecimento específico.

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