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    A Revolta de Atlas -

    Ayn Rand

    Editora Arqueiro
    2012
    1216 páginas
    1d 16h 32m
    ISBN-10: B00ABNXOU4
    Português Brasileiro
    4.3
    3496 avaliações
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    Na mitologia grega, o titã Atlas recebe de Zeus o castigo eterno de carregar nos ombros o peso dos céus. Neste clássico romance de Ayn Rand, os pensadores, os inovadores e os indivíduos criativos suportam o peso de um mundo decadente enquanto são explorados por parasitas que não reconhecem o valor do trabalho e da produtividade e que se valem da corrupção, da mediocridade e da burocracia para impedir o progresso individual e da sociedade. Mas até quando eles vão aguentar? Considerado o livro mais influente nos Estados Unidos depois da Bíblia, segundo a Biblioteca do Congresso americano, A revolta de Atlas é um romance monumental. A história se passa numa época imprecisa, quando as forças políticas de esquerda estão no poder. Último baluarte do que ainda resta do capitalismo num mundo infestado de repúblicas populares, os Estados Unidos estão em decadência e sua economia caminha para o colapso. Nesse cenário desolador em que a intervenção estatal se sobrepõe a qualquer iniciativa privada de reerguer a economia, os principais líderes da indústria, do empresariado, das ciências e das artes começam a sumir sem deixar pistas. Com medidas arbitrárias e leis manipuladas, o Estado logo se apossa de suas propriedades e invenções, mas não é capaz de manter a lucratividade de seus negócios. Mas a greve de cérebros motivada por um Estado improdutivo à beira da ruína vai cobrar um preço muito alto. E é o homem – e toda a sociedade – quem irá pagar. Ayn Rand traça um panorama estarrecedor de uma realidade em que o desaparecimento das mentes criativas põe em xeque toda a existência. Com personagens fascinantes, como o gênio criador que se transforma num playboy irresponsável, o poderoso industrial do aço que não sabe que trabalha para a própria destruição e a mulher de fibra que tenta recuperar uma ferrovia transcontinental, a autora apresenta os princípios de sua filosofia: a defesa da razão, do individualismo, do livre mercado e da liberdade de expressão, bem como os valores segundo os quais o homem deve viver – a racionalidade, a honestidade, a justiça, a independência, a integridade, a produtividade e o orgulho. Best-seller há mais de 50 anos, com 11 milhões de exemplares vendidos no mundo inteiro, A revolta de Atlas – publicado no Brasil na década de 1980 com o título Quem é John Galt? – desafia algumas das crenças mais arraigadas da sociedade atual. Sua mensagem transformadora conquistou uma legião de leitores e fãs: cada indivíduo é responsável por suas ações e por buscar a liberdade e a felicidade como valores supremos. **** Esta é a história do homem que disse que iria parar o motor do mundo. E parou. Era um destruidor ou o maior entre os libertadores? Com uma mensagem abrangente e atual, A revolta de Atlas é um suspense de tirar o fôlego, não sobre o assassinato de um homem, mas sobre o assassinato – e o renascimento – do espírito de um homem. Esta aclamada obra-prima começa com o questionamento angustiante "Quem é John Galt?", que se repete inúmeras vezes ao longo do livro, numa metáfora da reflexão do homem sobre a própria existência num mundo à beira do colapso. Este livro tornou Ayn Rand uma das maiores escritoras contemporâneas, elevando-a ao seleto grupo dos pensadores mais influentes e controversos de nossa época. A ação começa quando industriais, empresários, artistas e inventores se recusam a continuar sendo explorados pelo governo e pela sociedade. Por meio de uma incrível parábola política, a autora retrata os Estados Unidos como um país sombrio e decadente, dominado pela corrupção e mergulhado numa burocracia sem limites. Numa sociedade em que a manipulação da lei, a incompetência, os interesses políticos escusos e a culpa são usados para restringir a liberdade individual, a criatividade e a ambição, os cidadãos mais produtivos se veem impossibilitados de pensar e trabalhar. À medida que o controle do governo sobre todos os setores da economia aumenta, os principais inovadores e trabalhadores de diversos níveis hierárquicos desaparecem em circunstâncias misteriosas, abandonando negócios lucrativos ou empregos que antes garantiam seu sustento. Sem essas mentes privilegiadas para criar coisas novas e produzir riqueza para toda a sociedade, qual será o futuro do mundo? Você encontrará a resposta quando descobrir a razão por trás dos fatos desconcertantes que assolam a vida dos personagens de A revolta de Atlas.

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    Resenhas (308)Ver mais
    Maíra Porto Ribeiro picture
    Maíra Porto Ribeiro31/01/2012Resenhou um livro
    1 (Ruim)

    Rand, Rand, Rand... eu até que te entendo. Tem algo de positivo na sua filosofia, tem algo realmente de bonito atrás de tanta sociopatia. Você é a principal campeã do indíviduo, da individualidade do ser humano e da idéia que você pode fazer diferença se quiser, mas você é um escritora ruim, milha filha. Para quê tanta verborragia? Precisa realmente martelar suas idéias REPETIDAMENTE na nossa cabeça com a sutilidade de uma bigorna caindo a cem metros de altura? E que personagens são esses, rasos como pires, sem nenhuma ação que lembrem a de um ser humano? E Rand, se você ainda estivesse viva, eu sugeriria um psicólogo sexual para tratar de certo problemas sobre suas idéias relacionadas sobre o que é forçar ou não uma mulher. Elas são preocupantes. Para algúem que ama a individualidade, você realmente é meio preto-e-branco no que diz respeito as idéias de seus personagens. Quem é a favor delas = bom. Quem é contra = mau. Cadê o individualismo que você tanto prega?. Quer dizer que alguém só pode fazer parte da sua sociedade ideal quem pensa igual a John Galt & Cia? Essa pessoa precisa seguir as idéias desse grupo e concordar em TUDO ? Isso é individualismo? Um pouco hipócrita não? Parecido com os métodos da URSS que você tanto odiava. Outra coisinha, Rand. O mundo precisa de engenheiros, mas também precisamos de operários. Trabalho braçal é tão importante quanto o científico, e não é menos digno ou pior. E a necessidade deles é mais imediata que as dos "pensadores" (se é que podemos chamá-los assim)que você tanto ama. É Rand, você foi apenas uma teórica (e, pelo que li, nem fez a necessária pesquisa científica para isso). Não foi engenheira, nem técnica, nem professora. Você nada inventou além de uma filosofia (ou um sistema político) que já existia de uma forma ou de outra.

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