Essa foi uma das leituras mais ricas até agora. Em termos de discussão epistemológica. Uma longa discussão sobre epistemologias, métodos, regras, criatividade e liberdade. <br>
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[Tentarei ser breve e não dar spoiler]<br>
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O livro é um misto de apresentação da epistemologia anarquista junto com a crítica aos pontos que poderiam ser considerados como frágeis ou que, até mesmo, podem descambar em reducionismo.<br>
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Nele apresenta-se, com a figura de Feyerabend sendo central, as formulações da epistemologia anarquista no que se refere: ao cientificismo; à necessidade de se libertar das amarras de um método para fazer a criatividade fluir; da problemática do abandono ou não da razão; da discussão sobre pluralismo ou ceticismo como alternativa interpretativa; além de outros embates.<br>
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Ao mesmo tempo o autor, Alberto Oliva, vai fazendo observações e mostrando os méritos e fragilidades das formulações anarquistas. Trazendo contribuições, de forma cuidadosa, acerca das tensões que existem nas discussões e apresentando o que seria necessário para que, por exemplo, a defesa do pluralismo possa ser bem feita.<br>
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Foi uma leitura muito boa! Pude confrontar o pouco conhecimento que tenho sobre metodologia / epistemologia com as considerações anarquistas e isso me fez refltir muito. E, por fim, adorei as contribuições do autor do livro em suas partes finais.