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    Essay über das Leben von Heinrich der Seefahrer -

    José Braz Cruz

    CreateSpace Independent Publishing Platform
    2013
    36 páginas
    1h 12m
    ISBN-13: 9781494274283
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    Der Prinz Heinrich kann als Symbol für den Willen und die Anstrengungen der anonyme Seefahrers, Kartographen genommen werden, von Kosmographen der Kaufleute und Abenteurer, die der moderne Mensch in neue Dimensionen, um die weltweit Perspektive aufbauen half. Ein Prinz von bemerkenswerten Qualitäten, die zu Gunsten des Königreichs und der katholischen Religion arbeitete, mit Projekten, Erfolge und Misserfolge unterliegen, eigensinnig in Erfüllung ihrer Wünsche, und ein Mann tief beeindruckt von den Bedingungen und Bequemlichkeiten des Lebens seiner Zeit geprägt. Der Autor wurde mit dem Prinzen Henriquino Preis 1960 in der Ortschaft Sagres, Portugal ausgezeichnet.

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    José Braz Pereira da Cruz profile picture

    José Braz Pereira da Cruz

    Poeta, Escritor e Artista Plástico. Foi na pintura de arte, na poesia e na escrita que Zeca Cruz, assim era tratado entre os amigos, se evidenciou e dignificou a terra onde nasceu. Foi sócio correspondente da sociedade nacional de belas artes, aluno do Colégio Moderno, em Lisboa, onde se iniciou em desenho e pintura e frequentou o 2º ano da Faculdade de Direito de Lisboa. Iniciou a actividade artística em Angola, vindo a enveredar pela reprodução, na tela, de motivos do Algarve típico. Desenvolveu notória actividade pictórica numa relação com o turismo, visando focalizar as traças urbanísticas, na sua genuinidade, como parâmetro de preservação e resistência a excessos duma arquitectura de concepção moderna. É mencionado no livro "Artes Plásticas de Portugal - O artista seu Mercado", que insere o seu currículo e reproduz um dos seus mais apreciados trabalhos, de óleo sobre tela, cujo motivo é o Arco da Barreta, primeiro prémio da Mocidade Portuguesa nas comemorações henriquinas (1960). Fez acompanhar este seu trabalho de um ensaio sobre a Vida do Infante D. Henrique, cujo livro dedicou aos pais. Foi sócio da Associação dos Antigos Alunos do Colégio Moderno (Lisboa), Elos de Olhão, Sociedade da Independência de Portugal, Real Associação do Algarve e da União de Cultura Espiritualista de Olhão. Apresentou os seus trabalhos em várias exposições individuais e participou noutras de sinal colectivo, tendo-lhe sido atribuídos um Diploma de Honra numa exposição individual na Casa do Algarve em Almada, com o apoio da edilidade almadense (1989) e uma Menção Honrosa numa colectiva organizada pela Galeria Nova Era, em Faro (1991). Concluía, quando a morte o surpreendeu, um livro de poesia, abrindo este com um poema intitulado Ditosa Pátria Nossa Amada, que teve a oportunidade de ler ao Duque de Bragança, na Quinta de S. Vicente, em Monchique, por ocasião de um almoço ocorrido em 25 de Abril de 1994, visando o convívio de elementos activos da Real Associação do Algarve. Como que em despedida, concebeu uma mensagem poética de que transcreve, por mais apelativa, a parte final: "Olhão, minha terra / Que vives no meu coração / Que sinto o teu vibrar, / Tão profundamente nele se encerra... / Dá-me a tua bênção / O teu aroma de mar / Tua eterna Primavera...

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    Algarve, Portugal

    José Braz Pereira da Cruz