No final do século XIX, durante a Belle Époque, o Japão tornou-se uma novidade para os Françeses. Pierre Loti (pseudônimo de Louis Marie Julien Viaud) era um oficial da Marinha, um escritor, e um membro da Académie Française. Grande parte de sua história - Madama Chrysanthème - se passa no Japão, sendo precursora da famosa ópera de Puccini Madame Butterfly. A ênfase no romance de Loti não é tanto sobre o amor, mas sobre o casamento de conveniência entre um oficial francês naval, Loti, e uma menina japonesae de dezoito anos de idade, Okane-San. Após seu casamento, ela é chamada de Madame Chrysanthème: simbolizando o Japão moderno.