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    Kierkegaard - (Coleção Figuras do Saber)

    Søren Kierkegaard

    Estação Liberdade
    2003
    128 páginas
    4h 16m
    ISBN-13: 9788574480732
    Português Brasileiro
    3.6
    11 avaliações
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    A subjetividade é a verdade. Com esta frase Søren Kierkegaard (1813-1855) afirma que o que existe realmente não é o conceito de indivíduo, e sim o Indivíduo concreto, vivendo aqui e agora, decidindo sua própria existência. Indivíduo que é liberdade porque não existe nenhuma necessidade a encadear os acontecimentos. Filósofo, literato, pensador religioso, crítico do hegelianismo, pai do existencialismo, as muitas faces de Kierkegaard fizeram que ele fosse lido com interesse tanto por teólogos como por pensadores agnósticos e ateus como Heidegger e Lukács, mas fosse igualmente incompreendido. Charles Le Blanc faz aqui uma introdução que abarca os vários aspectos desse pensamento, introdução tanto mais necessária pelo fato de o filósofo dinamarquês ter publicado sob pseudônimo vários livros defendendo pontos de vista que não eram os seus e que só alcançam seu pleno significado no contexto total da obra (“não há nos livros pseudônimos uma palavra que seja minha” – Kierkegaard). Le Blanc trata, inicialmente, dos contextos histórico e filosófico e da formação de Kierkegaard, propondo em seguida um itinerário filosófico através dos estádios da existência (estético, ético e religioso) e um percurso temático onde são tratados os conceitos fundamentais do pensamento kierkegaardiano: a angústia, a ironia, a liberdade, a escolha, a autenticidade, o desespero, a finitude, a História, a comunicação indireta. Esta introdução destaca também a crítica que Kierkegaard faz a Hegel bem como os prolongamentos contemporâneos dessa obra única, a meio caminho entre a literatura e a filosofia, entre a lógica e a intuição mística, que tanto influenciou Sartre, Heidegger, Gabriel Marcel e Jankélévitch.

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    Biblioteca Pública Municipal Álvaro Guerra05/06/2019Resenhou um livro
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    Com esta frase Søren Kierkegaard (1813-1855) afirma que o que existe realmente não é o conceito de indivíduo, e sim o Indivíduo concreto, vivendo aqui e agora, decidindo sua própria existência. Indivíduo que é liberdade porque não existe nenhuma necessidade a encadear os acontecimentos. Filósofo, literato, pensador religioso, crítico do hegelianismo, pai do existencialismo, as muitas faces de Kierkegaard fizeram que ele fosse lido com interesse tanto por teólogos como por pensadores agnósticos e ateus como Heidegger e Lukács, mas fosse igualmente incompreendido. Livro disponível para empréstimo nas Bibliotecas Municipais de São Paulo. De graça!

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    Søren Aabye Kierkegaard

    Søren Aabye Kierkegaard foi um teólogo e filósofo dinamarquês do século XIX, mais conhecido por ser o "pai do existencialismo". Filosoficamente, fez a ponte entre a filosofia hegeliana e aquilo que se tornaria no existencialismo. Kierkegaard rejeitou a filosofia hegeliana do seu tempo e aquilo que ele viu como o formalismo vácuo da igreja luterana dinamarquesa. Muitas das suas obras lidam com problemas religiosos tais como a natureza da fé, a instituição da fé cristã, e ética cristã e teologia. Por causa disto, a obra de Kierkegaard é, algumas vezes, caracterizada como existencialismo cristão, em oposição ao existencialismo de Jean-Paul Sartre ou ao proto-existencialismo de Friedrich Nietzsche, ambos derivados de uma forte base ateística.

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    Søren Aabye Kierkegaard