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    O melhor do conto brasileiro -

    Aníbal Machado, Josué Montello

    José Olympio
    2013
    143 páginas
    4h 46m
    ISBN-13: 9788503011853
    Português Brasileiro
    4.2
    15 avaliações
    Leram23Lendo2Querem11Relendo0Abandonos1Resenhas2
    Favoritos1Desejados11Avaliaram15

    A partir de narrativas e poemas, o leitor encontrará nesta obra contos de grandes escritores da literatura brasileira. São textos de Raquel de Queiroz, Origines Lessa, Josué Montello e Aníbal Machado. Em um conto biográfico, Orígines Lessa apresenta um perfil de raro humanismo ao retratar o trabalho missionário de seu pai junto a doentes e moribundos; em outro conto, trata com humor a estória de um time interiorano de futebol. Com novo projeto editorial e gráfico, estes volumes (poesia, conto e crônica), a José Olympio oferece aos públicos estudantil e leitor em geral o que há de mais significativo no campo de nossa prosa e poesia.

    Resenhas (2)Ver mais
    Lucas Batista picture
    Lucas Batista18/04/2021Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    De fato, o melhor do conto brasileiro.

    Marques Rebelo, Rachel de Queiroz, Josué Montello e Aníbal Machado. Dois contos de cada. Oito contos fantásticos. Livro curto e fantástico! Todos os oito contos são excelentes. Destaco os contos do Josué Montello, ambos são exemplos de como construir uma narrativa coesa e perfeita.

    1 curtida

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    4.2 / 15
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    Aníbal Machado profile picture

    Aníbal Machado

    Aníbal Monteiro Machado fez os estudos secundários em Belo Horizonte, no Colégio D. Viçoso e no Externato do Ginásio Mineiro, hoje Colégio Estadual. Iniciou o curso superior na Faculdade Livre de Direito do Rio de Janeiro, transferindo-se depois para a de Belo Horizonte, onde se formou em dezembro de 1917. Tornou-se então professor de História Universal num colégio estadual de Minas Gerais e crítico de artes plásticas no Diário de Minas, onde trabalhou com os poetas Carlos Drummond de Andrade e João Alphonsus de Guimaraens. Depois foi promotor público, primeiro em Minas Gerais e em seguida no Rio de Janeiro, na época capital do país (1924).[1] Por não se sentir com vocação para a carreira jurídica, deixou a promotoria para ser professor de literatura do Colégio Pedro II. Exercia o magistério paralelamente a um cargo burocrático no Ministério da Justiça, do qual se demitiu diante da movimentação política que resultou na Revolução de 1930. Começou na literatura quando estudante e, no Rio, ligou-se aos modernistas, com assídua colaboração nos periódicos Revista de Antropofagia, Estética, Revista Acadêmica e Boletim de Ariel. Eleito presidente da Associação Brasileira de Escritores, organizou, com Sérgio Milliet, o 1º Congresso Brasileiro de Escritores, em 1945. Este congresso, ao defender a liberdade democrática, precipitou o fim da ditadura de Getúlio Vargas. Apesar de sua atuação no meio literário, o primeiro livro, um ensaio sobre cinema, surgiu apenas em 1941, quando já tinha 46 anos. Na ficção, sua estreia em livro foi Vida Feliz, em 1944, seguindo-se Histórias reunidas, em 1955, Cadernos de João, em 1957 e, postumamente, João Ternura, em 1965. Marcou sua presença de destaque no panorama do conto brasileiro com textos antológicos, como Viagem aos Seios de Duília, Tati, a Garota e A Morte da Porta-Estandarte. Ligado ao teatro, ajudou a fundar vários grupos teatrais, tais como Os Comediantes, o Teatro Experimental do Negro, o Tablado e o Teatro Popular Brasileiro. Traduziu peças de Anton Checov e Franz Kafka e escreveu a peça O Piano, adaptada da novela de mesmo nome. Por esta peça, recebeu o Prêmio Cláudio de Sousa, da Academia Brasileira de Letras. Também foi condecorado com a Legião de Honra. Na década de 1960, seus contos A morte da porta estandarte, Tati, a garota, O iniciado do vento (O Menino e o Vento, 1967) e Viagem aos seios de Duília ganharam versões para o cinema, com colaboração do próprio Aníbal nos roteiros. Manoel Carlos adaptou vários contos de sua obra na telenovela Felicidade, exibida pela Rede Globo em 1991. Teve seis filhas; entre elas, a escritora e teatróloga Maria Clara Machado, cultuadora e guardiã de sua obra.

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    Minhas-Gerais, Brasil

    Aníbal Machado