Crises financeiras é um tema que desperta grande fascínio entre economistas e não economistas. Isso acontece porque, apesar dos avanços da ciência econômica, essas crises continuam surpreendendo aparecendo e desaparecendo do cenário, com seus componentes de irracionalidade e reações emocionais. O core da obra gira em torno da oposição entre razão e emoção, proposta por Jane Austen, em seu famoso romance Razão e Sensibilidade: como é mostrado ao longo do livro, não se devem interpretar as crises financeiras apenas sob um ângulo racional. As emoções e a irracionalidade permeiam e fortalecem essas crises. A teoria econômica, a despeito do grande progresso conseguido em termos analíticos e em métodos quantitativos, tem como objeto o comportamento humano na esfera econômica. Portanto, lida com a natureza humana, ou seja, com razão e emoção. A obra descreve como surgem, desenrolam-se e terminam as crises financeiras e os principais modelos econômicos sobre a anatomia destas. Analisam-se historicamente algumas das mais importantes crises financeiras desde o século XVII até a Crise do Subprime e da Zona do Euro e seu reflexo na economia brasileira.
Crises Financeiras - Quebras, Medos e Especulações do Mercado -
Pedro C. de Mello, Humberto Spolador
SAINT PAUL
2010
286 páginas
9h 32m
ISBN-10: 8580040086
Português Brasileiro
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