O prólogo fofo de Rachel e Ben ainda na faculdade, onde tudo começou, me animou para acompanhar a história deles, mas sinto em dizer que o sentimento não permaneceu por muito tempo (me desculpe amiga linda que me indicou essa leitura). No primeiro capítulo pulamos para os dias atuais, 13 anos depois, e é assim que o livro intercala os pontos de vista da Rachel, com os do passado mostrando a vida dela com Ben na faculdade, e os do presente mostrando como ela tem lidado com a vida após esses anos, noiva de outro homem e sem notícias de Ben há mais de uma década.
É uma história emocionalmente carregada, drama por toda parte, uma premissa que eu imagino que conquistaria meu coração se fosse desenvolvida de outra forma, mas aqui não consegui me conectar a nenhum dos personagens principais. Achei a escrita difícil de seguir às vezes e muito longa quando coisas irrelevantes aconteciam. O que me motivou a continuar foi que eu queria saber por que diabos Rachel e Ben pararam de se falar. E depois que descobri, fiquei decepcionada. É frustrante para mim quando a história de fundo dos personagens mostra (quase gritando) a facilidade com que tudo o que deu errado poderia ter sido evitado.
E o detalhe de termos um dos protagonistas casado por quase 100% da história não me agradou muito. Honestamente, para um final satisfatório e realista idealizei Rachel e Ben se afastando separados. Não acho que nenhum dos dois se merecia. Quando as coisas pareceram estar acabadas em um ponto eu só pensei em uma coisa: agora, sim, eles podem crescer e seguir em frente, ufa!