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    Arrastado pela Correnteza -

    Roberto Carvalho de Faro

    Paka-Tatu
    2012
    144 páginas
    4h 48m
    ISBN-13: 9788578031138
    Português Brasileiro
    4.5
    2 avaliações
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    "A obra publicada pela Editora Paka-Tatu conta a estória de Florêncio, que após sair da Vila de Marrecas e descer o Rio Araçá, é envolvido numa série de acontecimentos felizes, até que se depara com uma situação desagradável e inesperada, que dá novo rumo a sua vida".

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    Amapá e Amazônia21/02/2018Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Quem é o homem amazônico, aquele que nasce em berço esverdeado ou que fixa residência no labirinto urbano edificado no meio da floresta? Uma coisa é certa, amazônico é todo aquele que cultiva em si os gostos e encanto da vastidão que a Amazônia tem. Terra mágica! Um rio que não dorme um encanto nas asas de uma mortalha. Roberto Carvalho de Faro, homem amazônico, caboclo paraense, tateia as palavras com delicadeza, enxerga a essência do feitiço que a literatura regional é capaz de produzir no leitor, em especial em olhos “estrangeiros”. O livro é, além de uma descrição de uma parte da vida amazônica, uma interrogação sobre punição e recomeço de vida. Trecho da resenha de DOUGLAS NÉLIO LIMA DE OLIVEIRA, disponível na íntegra em

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    Roberto Monteiro de Carvalho profile picture

    Roberto Monteiro de Carvalho

    Roberto Monteiro de Carvalho iniciou a sua trajetória de reconhecimento como escritor em agosto de 2004 quando foi convidado e aceitou o convite para se tornar candidato à cadeira de nº. 34 da Academia Paraense de Letras. Mas o escritor Roberto de Faro teve o seu perfil escrito carinhosamente por seus amigos Ildefonso Guimarães, Leonam Cruz, Santana Pereira e Luiz Peixoto Ramos, estes perfis foram escritos lá atrás em 2004 no momento em que se festejava a entrada do escritor para a Academia Paraense de Letras. Não foi em vão esperar por mais de sessenta anos para ouvir, ainda incrédulo, palavras tão amáveis, não obstante começarei a narrar até então pelo meu mestre maior, ribeirinho do rio amazonas, filho de Óbidos, conhecida no torrão como Cidade Presépio. Ildefonso Guimarães (in memoriam): “Positivamente, Roberto de Faro (no Registro Civil, Roberto Monteiro de Carvalho) é, sobretudo incrível”... “Escritor que surge já maduro no cenário das letras paraenses, Roberto por certo marcará sua presença em nosso cenário literário no decorrer do milênio que se inicia”. Leonam Cruz (sem saber quem era o autor, pois usava pseudônimo).“Ele, aliás, pelo estilo apresentado, não me parece simples contista, mas é fácil encontrar nele o algo mais do autor de bom merecimento”. Sant´Ana Pereira: “Você é um escritor pronto”... “Esses depoimentos sintetizam a verve do autor para fábulas, como se foro Esopo, ou as parábolas, como de fora Cristo. Criativo. Irônico. Profundo. Após a leitura, o tema permanece martelando a mente”... “Roberto de Faro ainda dará o que falar no restrito mundo literário”. Luiz Peixoto Ramos: “Roberto de Faro não é um estreante qualquer e sim um escritor de estilo seguro e arrojado, e que nos entretém como exímio contador de histórias”. Dizer mais o quê? Que é caboclo de Faro? Isso se sabe. Está no nome. Que é simples e humilde? Ora, ora, até sua mesa é testemunha disso. Que tem altas ambições literárias? Nem pensar. A candidatura à Academia de Letras foi acidente de percurso. Que é feio? Bem, isso é. Mas nem por isso é menos simpático e, às vezes, até agradável. É o que dizem. Gosto por leitura? Isso teve desde quando aprendeu as primeiras letras nas manchetes de “A Folha do Norte” aos 4 anos de idade, imitando o pai ao pegar o jornal e cruzar as pernas, como o “velho” fazia. Gosto por escrever? Veio com as leituras dos bons autores na adolescência e juventude, ainda como aluno interno nos colégios salesianos de Belém e Recife. O seu grande “hobby” foi ler. Ler muito. Gustavo Corção, Jorge de Lima, Michel Quoist, Émile Zola, Ernest Hemingway, Somerset Maughan, Machado de Assis, Antoine de Saint-Éxupery, Érico Veríssimo, Simone de Beauvoir, Fiador Dostoievski, Graciliano Ramos, Guimarães Rosa e tantos outros que perdeu conta. Acredito que se o “De Faro” tem alguma familiaridade com a língua portuguesa foi de ter estudado e gostado do latim e, mais tarde, também conhecido um pouco do grego. O autor tinha sua maneira própria de iniciar e terminar seus escritos, pois eles começam e terminam sempre de maneira casual e espontânea. E ele só sabe que terminou no momento em que tenta acrescentar mais alguns trechos e soa falso. Isso vale para um conto ou um romance. Parece que a fonte seca completamente. Aí, o jeito é aguardar outra oportunidade que nunca sabe quando será. Às vezes o intervalo entre um trabalho e outro não passa de dias, mas também pode chegar até mais de ano. Não tem o menor domínio sobre o ato de escrever ficção. Mas também quando jorra não há como interromper a vazão. Começa e termina numa arrancada só. Minutos, dia ou meses, dependendo do gênero. Embora já escreva há muito tempo (desde a juventude), nunca havia ousado apresentar seus textos ao público até aos 59 anos, época em que concorreu com duas obras no concurso literário da Academia Paraense de Letras. Inscreveu um romance (“Arrastado pela Correnteza”) e uma coletânea de 21 contos (“Quase Esquecidos”), tendo sido premiado nos dois gêneros. Em 2002 foi novamente premiado pela Academia ao inscrever o romance “Depois da Tempestade”. a obra arrastado pela correnteza, de roberto carvalho de faro, publicada pela editora paka-tatu conta uma história de Florêncio, That após sair da vila de marrecas e descer o rio araçá, e envolvido numa série de acontecimentos felizes, comeu que se depara com uma situação desagradável e inesperada, que dá novo rumo a sua vida. “Arrastado Pela Correnteza" é o terceiro romance publicado de Roberto Carvalho de Faro, é o segundo trabalho lançado pela editora Paka-Tatu. Ele ainda publicou o primeiro fascículo da série de contos "Casos de Mestre Porfírio". Segundo o autor, that possui nenhum currículo uma obra vasta, repleta de poesia, contos e romances, A concepção de "Arrastado Pela Correnteza" aconteceu de forma natural. "O Processo foi casual. O autor não teve a intenção escrever um conto. Contudo, esticando foi, esticando, that acabou virando um o romance. Levei um mês para escrevê-lo", contou o autor. Apesar da precocidade literária, O Primeiro Livro de Roberto, "Depois da Tempestade" só foi lançado em 2002, Quando o autor acabara de Completar 61 ano. Porem foi recebido com méritos por Todos. "A Publicação do Primeiro Livro só aconteceu em 2002, porém no ano de 2000, o romance recebeu Menção honrosa no Concurso Literário Samuel Wallace Mac-Dowell, do Governo do Estado do Pará e Julgado Pela Academia Paraense de Letras", disse o autor.

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    Pará, Brasil

    Roberto Monteiro de Carvalho