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    Você vai voltar pra mim e outros contos -

    Bernardo Kucinski

    Cosac Naify
    2014
    192 páginas
    6h 24m
    ISBN-13: 9788540506145
    Português Brasileiro
    4.2
    425 avaliações
    Leram575Lendo22Querem443Relendo0Abandonos5Resenhas27
    Favoritos36Desejados443Avaliaram425

    Do autor de K., romance finalista dos prêmios Portugal Telecom e São Paulo de Literatura de 2012, estes contos retratam a atmosfera opressiva dos anos de chumbo da ditadura militar brasileira. Mostram que não só as vidas de militares de esquerda, mas também as de cidadãos comuns, servidores públicos, jornalistas e sindicalistas foram afetadas pelas prisões, torturas, desaparecimentos e perseguições. Escritos em linguagem clara e direta, mas não sem pitadas de delicada ironia, são textos que comovem e provocam ao retratar os pequenos e grandes dramas humanos vividos naqueles tempos sombrios.

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    Suelen de Azevedo Vieira picture
    Suelen de Azevedo Vieira19/07/2021Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    Você vai voltar pra mim e outros contos

    O livro retrata contos de situações que acontecerem na época da ditadura. Apesar de ficcional, eu senti uma sensação ruim ao imaginar que essas situações realmente aconteceram. O livro mostra traumas de pessoas que sofrerem na época da ditadura. Alguns contos são mais corriqueiros enquanto outros possuem mais detalhes. Leitura fundamental no tempo de em que estamos vivendo atualmente.

    7 curtidas

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    Avaliações

    4.2 / 425
    • 5 estrelas39%
    • 4 estrelas42%
    • 3 estrelas16%
    • 2 estrelas2%
    • 1 estrelas0%
    Bernardo Kucinski profile picture

    Bernardo Kucinski

    Bernardo Kucinski (São Paulo, 1937) é um jornalista, escritor e cientista político brasileiro. É colaborador do Partido dos Trabalhadores e professor da Universidade de São Paulo, onde ministra a cátedra de jornalismo internacional, entre outras. Trabalhou como assessor da Presidência da República durante o primeiro mandato de Luís Inácio Lula da Silva. Possui graduação em física pela Universidade de São Paulo (1968). Militante estudantil durante o regime militar, foi preso e exilado. Retornou e entrou para os quadros da USP na Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo em 1986. Em 1991, obteve grau de doutor em Ciências da Comunicação pela USP com tese sobre a imprensa alternativa no Brasil entre 1964 e 1980. Ganhou o Prêmio Jabuti de Literatura em 1997. No período de fevereiro de 2003 a junho de 2006 foi Assessor Especial da Secretaria de Comunicação Social (SECOM), da Presidência da República. Aposentou-se como professor titular da Universidade de São Paulo, junto à Escola de Comunicações e Artes – Departamento de Jornalismo e Editoração.[1][2][3] Devido ao regime militar que havia se instalado no país, mudou-se para a Inglaterra após participar do mapeamento da tortura no Brasil, em duas reportagens publicadas na Veja. Em Londres, entre 1971 e 1974, foi produtor e locutor da BBC, correspondente de Opinião e depois da Gazeta Mercantil, dedicando-se ao aprofundamento de sua formação em economia. De volta ao Brasil em 1974, participou da fundação dos jornais alternativos Movimento e Em Tempo (do qual foi o primeiro editor, em 1977). A partir de então, trabalhou como editor de commodities da Gazeta Mercantil e foi correspondente do jornal The Guardian, da revista Euromoney, e do boletim Latin America Political Report, todos periódicos londrinos, e de Lagniappe Letter, newsletter novaiorquina, além de produzir cadernos especiais para a revista Exame. Também participou da revista Ciência Hoje, da SBPC (Sociedade Brasileira Para o Progresso da Ciência).[2][3] Em 1986 entrou para os quadros da USP, como professor da Escola de Comunicações e Artes. Em 1991, apresentou sua tese de doutoramento, Jornalistas Revolucionários – Nos tempos da imprensa alternativa, um estudo mapeando cerca de 150 periódicos surgidos entre 1964 e 1980. Em 1997 ganhou o Prêmio Jabuti de Literatura com o livro Jornalismo Econômico (1996), resultado de sua tese de livre-docência e do pós-doutorado realizado em Londres. As Cartas Ácidas eram pequenos relatórios diários a partir da leitura crítica da mídia e enviadas para o candidato à Presidência da República em 1998, Luiz Inácio Lula da Silva. Em 2002, com a vitória do candidato do PT, se torna assessor especial da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, cargo que deixou em 2006. Sua estreia na ficção, com o livro K. - Relato de uma Busca, possibilitou-lhe chegar como finalista dos prêmios São Paulo de Literatura e Portugal Telecom de 2012.

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    São Paulo, Brasil

    Bernardo Kucinski