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    K. - Relato de uma busca

    Bernardo Kucinski

    Cosac Naify
    2014
    192 páginas
    6h 24m
    ISBN-13: 9788540506152
    Português Brasileiro
    4.4
    1973 avaliações
    Leram2588Lendo66Querem1811Relendo1Abandonos26Resenhas292
    Favoritos98Desejados1811Avaliaram1973

    K. - A busca de um pai pela filha desaparecida durante o regime militar brasileiro é o mote desse romance ímpar na literatura brasileira. Com um domínio técnico admirável, Kucinski constrói um elo com o leitor logo nas primeiras linhas, fazendo com que este, desconcertado, (re)viva o período de opressão e de torturas precisamente remontado por conta de uma narrativa pungente e avassaladora.

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    Bookster Pedro Pacifico21/02/2020Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    K - Relato de uma busca, de Bernardo Kucinski - Nota 9/10

    “Caro leitor: tudo neste livro é invenção, mas quase tudo aconteceu”. É com essa frase que começamos a obra de Kucinski, escolhida para o desafio Bookster do ano passado na categoria democracia. A narrativa tem como pano de fundo a história da irmã do autor, uma professora de química da USP que, em 1974, foi presa pelos militares e nunca mais foi encontrada. Desapareceu sem deixar rastros. E nesse “relato de uma busca”, vamos acompanhar o triste desaparecimento da professora pela perspectiva de seu pai, K - um senhor de idade, judeu e imigrante. É uma corrida contra o tempo, já que a cada dia que passa as chances de encontrar a pessoa viva diminuem. Na verdade, chega um momento em que o desespero é tão grande, que a vontade é apenas de saber o que aconteceu. Ter ao menos um corpo ou uma resposta. E resposta é algo que K dificilmente consegue encontrar… Quando algum indício ou pista da localização da professora aparece, logo acaba desaparecendo e K fica mais uma vez à mercê do Estado. Além do relato da busca, o autor vai intercalando a obra com passagens sobre a vida de sua irmãs, depoimentos de torturadores e outros documentos da época. Com apenas 176 páginas, e misturando realidade e ficção, Kucinski conseguiu construir uma história carregada de uma sensação de esperança, mas que é perseguida pelo fantasma da perda e da dúvida. É um livro que nos ensina e nos faz refletir sobre uma época que deve ficar no passado, mas cujos fantasmas da volta insistem em nos assombrar. Assim, a gente aprende a partir de uma experiência individual, não por números ou por datas. É uma de centenas de outras histórias tão doloridas que, por outro lado, não foram colocadas no papel e vão acabar se perdendo nas memórias.

    48 curtidas

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    4.4 / 1973
    • 5 estrelas44%
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    • 2 estrelas2%
    • 1 estrelas0%
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    Bernardo Kucinski

    Bernardo Kucinski (São Paulo, 1937) é um jornalista, escritor e cientista político brasileiro. É colaborador do Partido dos Trabalhadores e professor da Universidade de São Paulo, onde ministra a cátedra de jornalismo internacional, entre outras. Trabalhou como assessor da Presidência da República durante o primeiro mandato de Luís Inácio Lula da Silva. Possui graduação em física pela Universidade de São Paulo (1968). Militante estudantil durante o regime militar, foi preso e exilado. Retornou e entrou para os quadros da USP na Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo em 1986. Em 1991, obteve grau de doutor em Ciências da Comunicação pela USP com tese sobre a imprensa alternativa no Brasil entre 1964 e 1980. Ganhou o Prêmio Jabuti de Literatura em 1997. No período de fevereiro de 2003 a junho de 2006 foi Assessor Especial da Secretaria de Comunicação Social (SECOM), da Presidência da República. Aposentou-se como professor titular da Universidade de São Paulo, junto à Escola de Comunicações e Artes – Departamento de Jornalismo e Editoração.[1][2][3] Devido ao regime militar que havia se instalado no país, mudou-se para a Inglaterra após participar do mapeamento da tortura no Brasil, em duas reportagens publicadas na Veja. Em Londres, entre 1971 e 1974, foi produtor e locutor da BBC, correspondente de Opinião e depois da Gazeta Mercantil, dedicando-se ao aprofundamento de sua formação em economia. De volta ao Brasil em 1974, participou da fundação dos jornais alternativos Movimento e Em Tempo (do qual foi o primeiro editor, em 1977). A partir de então, trabalhou como editor de commodities da Gazeta Mercantil e foi correspondente do jornal The Guardian, da revista Euromoney, e do boletim Latin America Political Report, todos periódicos londrinos, e de Lagniappe Letter, newsletter novaiorquina, além de produzir cadernos especiais para a revista Exame. Também participou da revista Ciência Hoje, da SBPC (Sociedade Brasileira Para o Progresso da Ciência).[2][3] Em 1986 entrou para os quadros da USP, como professor da Escola de Comunicações e Artes. Em 1991, apresentou sua tese de doutoramento, Jornalistas Revolucionários – Nos tempos da imprensa alternativa, um estudo mapeando cerca de 150 periódicos surgidos entre 1964 e 1980. Em 1997 ganhou o Prêmio Jabuti de Literatura com o livro Jornalismo Econômico (1996), resultado de sua tese de livre-docência e do pós-doutorado realizado em Londres. As Cartas Ácidas eram pequenos relatórios diários a partir da leitura crítica da mídia e enviadas para o candidato à Presidência da República em 1998, Luiz Inácio Lula da Silva. Em 2002, com a vitória do candidato do PT, se torna assessor especial da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, cargo que deixou em 2006. Sua estreia na ficção, com o livro K. - Relato de uma Busca, possibilitou-lhe chegar como finalista dos prêmios São Paulo de Literatura e Portugal Telecom de 2012.

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    São Paulo, Brasil

    Bernardo Kucinski