"Coruja, cuja presença verte intuitivamente no silêncio e na caligem, com o prestígio de um enigma, o pavoroso cântico preludiante do trespasse, que acorda o sino acerbo dos funerais e evoca o eterno escárnio das caveiras, enquanto o clarão do contemplante crescente, como que a medo se esgueira pelos becos umbráticos, onde as vítimas da fugacidade esperam a sua hora ouvindo a Musa sinistra desse Brasil triste".


