Entrar
    Skoob logo

    Saiba mais

    Quem somosTermos de usoFale conoscoCentral de ajudaPrivacidade

    Fique por dentro

    Livros em destaque

    Explore

    LivrosAutoresEditorasLeitoresCortesias

    Siga nas redes sociais

    Baixe o app

    Google PlayApp Store
    Book cover
    Compartilhar
    Editar
    • Sinopse
    • Edições1
    • Vídeos0
    • Grupos0
    • Resenhas14
    • Leitores1245
    • Similares0

    Inventário do Ir-remediável -

    Caio Fernando Abreu

    Sulina
    1996
    160 páginas
    5h 20m
    ISBN-10: 8520501117
    Português Brasileiro
    4.2
    396 avaliações
    Leram858Lendo37Querem329Relendo3Abandonos18Resenhas14
    Favoritos74Desejados329Avaliaram396

    Os emblemáticos, revolucionários e referenciais anos 60 não podem deixar de influenciam a obra de quem os estava vivenciando a plenos pulmões, alma e coração. Quando se tem talento e sensibilidade literária para fazer este registro, estão dadas as condições para uma obra. Passados 25 anos, o autor fez uma rigorosa releitura e reescrita de vários contos. O título também foi ligeiramente alterado de Irremediável para Ir-remediável , num jogo de palavras de superação e transcendências.

    Edições (1)

    Ver mais
    • book cover
    Resenhas (14)Ver mais
    João Guilherme Gurgel picture
    João Guilherme Gurgel23/12/2023Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    Inventário de meus amores.

    Acho que todo escritor queria ter sua estreia na literatura tal como Caio Fernando Abreu tivera; Inventário do Ir-Remediável é um pe na porta no mundo literário. A influência de Clarice Lispector é clara (ainda mais em contos como “A chave e a porta”, ou “Itinerário” ; os contos são uma profunda apneia no psique e nas relações humanas, e tal como a artista reverenciada, a problematizacao e hiperbolização de conceitos são fundamentais para a genialidade dos contos. Excelente reunião. Destaco “Itinerário”, “Fotografia”, “Metais Alcalinos”, “Domingo”.

    8 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    4.2 / 396
    • 5 estrelas44%
    • 4 estrelas34%
    • 3 estrelas17%
    • 2 estrelas4%
    • 1 estrelas1%
    Caio Fernando Loureiro de Abreu  profile picture

    Caio Fernando Loureiro de Abreu

    Caio Fernando Loureiro de Abreu nasceu no dia 12 de setembro de 1948, em Santiago, no Rio Grande do Sul. Jovem ainda mudou-se para Porto Alegre onde publicou seus primeiros contos. Cursou Letras na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, depois Artes Dramáticas, mas abandonou ambos para dedicar-se ao trabalho jornalístico no Centro e Sul do país, em revistas como Pop, Nova, Veja e Manchete, foi editor de Leia Livros e colaborou nos jornais Correio do Povo, Zero Hora, O Estado de São Paulo e Folha de São Paulo. <br /><br />No ano de 1968 — em plena ditadura militar — foi perseguido pelo DOPS (Departamento de Ordem Política e Social), tendo se refugiado no sítio da escritora e amiga Hilda Hilst, na periferia de Campinas, São Paulo. <br /><br />Considerado um dos principais contistas do Brasil, sua ficção se desenvolveu acima dos convencionalismos de qualquer ordem, evidenciando uma temática própria, juntamente com uma linguagem fora dos padrões normais. <br /><br />Em 1973, querendo deixar tudo para trás, viajou para a Europa. Primeiro andou pela Espanha, transferiu-se para Estocolmo, depois Amsterdã, Londres — onde escreveu Ovelhas Negras — e Paris. Retornou a Porto Alegre em fins de 1974, sem parecer caber mais na rotina do Brasil dos militares: tinha os cabelos pintados de vermelho, usava brincos imensos nas duas orelhas e se vestia com batas de veludo cobertas de pequenos espelhos. Assim andava calmamente pela Rua da Praia, centro nervoso da capital gaúcha. <br /><br />Em 1983 transferiu-se para o Rio de Janeiro e em 1985 passou a residir novamente em São Paulo. Volta à França em 1994, a convite da Casa dos Escritores Estrangeiros. Lá escreveu Bien Loin de Marienbad. <br /><br />Ao saber-se portador do vírus da AIDS, em setembro de 1994, Caio Fernando Abreu retorna a Porto Alegre, onde volta a viver com seus pais. Põe-se a cuidar de roseiras, encontrando um sentido mais delicado para a vida. Foi internado no Hospital Menino Deus, onde posteriormente veio à falecer.

    51 Livros
    1.849 Seguidores
    Rio Grande do Sul, Brasil

    Caio Fernando Loureiro de Abreu