Isis - A Tale of the Supernatural

    Douglas Clegg

    PERSEUS BOOKS
    2009
    128 páginas
    4h 16m
    ISBN-10: 1593155409

    If you lost someone you loved, what would you pay to bring them back from the dead? Old Marsh, the gardener at Belerion Hall, warned the Villiers girl about the old ruins along the sea-cliffs. “Never go in, miss. Never say a prayer at its door. If you are angry, do not seek revenge by the Laughing Maiden stone or at the threshold of the Tombs. There be those who listen for oaths and vows….What may be said in innocence becomes flesh and blood in such places.” She was born Iris Catherine Villiers. She became Isis. From childhood until her sixteenth year, Iris Villiers wandered the stone-hedged gardens and the steep cliffs along the coast of Cornwall near her ancestral home. Surrounded by the stern judgments of her grandfather—the Gray Minister—and the taunts of her cruel governess, Iris finds solace in her beloved older brother who has always protected her. But when a tragic accident occurs from the ledge of an open window, Iris discovers that she possesses the ability to speak to the dead... Be careful what you wish for…it just may find you.

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    Rebeca de Abreu picture
    Rebeca de Abreu12/08/2016Resenhou um livro
    3 (Bom)

    "Death has a price, and all who bargain with the dead must pay it."

    "I remember how solidly he managed to embrace me in that endless fragment of a breath that was our fall, but he would not let me go. I remembered his lavender smell, overwhelming me with sweet scent." Para começo de tudo, não sou daquelas que lê livros em inglês. Eu curto muito ler no meu português amado. Conheci ‘Isis’ em 2011 quando ainda estava na escola. Quem nunca ficou nos computadores, sem nada para fazer? Nisso, achei um joguinho de ‘sete erros’, onde continham desenhos feitos para o livro. Fiquei curiosa e acabei indo ver a sinopse e me a-pa-i-xo-ne-i! Acabei lendo só quando agora, quando saiu em ‘free ebook’ (sim, sou pobre). A estória é focada em Iris, uma menina que vem de uma família abastada e que cresceu numa ilha. Por causa do emprego do pai, eles acabam se mudando para um lugarejo no interior da Inglaterra, para morrer junto do avô paterno. O local é lúgubre e inspira certa ansiedade. Além disso, é recheado de estória que envolvem o sobrenatural e o mundo dos mortos. Iris tem três irmãos mais velhos, sendo que dois são gêmeos. Dessa familia, ela só é proxima de Harvey. Nesse lugar, Iris começa a conhecer a crueldade de sua preceptora e num acidente, Harvey acaba morrendo. A partir daí, tomada pelo desespero e depressão, ela resolve se envolver com o mundo das trevas. Só que tudo tem um preço… Gente, eu estava esperando esse livro de um jeito quase que obsessivo. Quando vi para baixar, quase que tive um troço e peguei rapidamente. Acabei lendo em poucas horas (Eram 90 págs no meu Reader). ‘Isis’, tem um quê de conto e não de livro. A gente nota isso a partir do momento que percebe muitos furos na trama, como se o autor não tivesse tempo de explicar melhor. Mesmo assim, a coisa toda flui de um jeito bem legal e até o meio do livro, eu estava quase que certa que daria umas ‘Cinco estrelas’ ou um ‘Dez’! Só que eu não sei o que deu no Douglas Clegg. No meio para o fim, ele perdeu o fio da meada Acho que ele quis retratar a morte e os ‘mortos’ de uma forma totalmente nova, voltada a um drama. Só que isso deixou tudo meio morgado e angustiante. Começamos tudo afeiçoados a Iris/Isis, e acabamos a obra com certa raiva dela (ódio, na verdade). O que ela fez ao irmão que dizia ‘amar’, é algo sem perdão! Torci até o final que houvesse um castigo bem feito a ela, mas tudo ficou nas entre linhas. Acho que os pontos positivos, foram as personalidades realistas de cada um dos personagens. Pareceu, em certos momentos, uma história real, passada de pai para filho. Outro ponto, foi como o autor conseguiu brincar com nossa mente. Eu imaginei mil coisas e no fim, algumas se realizaram e outras não (achei que ia rolar um incesto, viu). Só que no final, deixou muito a desejar e acho que a nota certa seria um ‘cinco’. Claro que tudo poderia mudar, caso houvesse um segundo livro. Mesmo assim, eu adorei ler esse livro e amei os desenhos! Recomendo! Ps: Mas odiei o fim do Harvey.

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