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    Os Grandes Clássicos de Tex #30 - O Bando dos Mórmons

    G. L. Bonelli

    Mythos
    2010
    164 páginas
    5h 28m
    ISBN-1: 0
    Português Brasileiro
    4.4
    9 avaliações
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    Favoritos1Desejados2Avaliaram9

    Terceiro encontro de Pat Mac Ryan com Tex, depois da sua estreia na aventura Pat, o irlandês (Clássicos de Tex nº 6). Desta vez o gigante forçudo representa o papel do turco Mustafá do Great American Circus, sem saber que entre seus colegas artistas se ocultam perigosos ladrões de bancos, que deixam um rastro de destruição e morte por onde o circo passa. Aventura ambientada no circo (uma das paixões de Bonelli pai, devidamente transmitida ao filho Sergio), apresenta um dos raros momentos de relax dos nossos heróis, que se divertem com a habilidade do atirador, do mágico e do palhaço. Mas não há muito tempo para atividades lúdicas, afinal o gibi é faroeste, e dos mais movimentados e Tex e Carson têm que descobrir quem são os integrantes do Bando dos Mórmons.

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    Rodrigo Facco  picture
    Rodrigo Facco 12/06/2022Resenhou um livro
    3 (Bom)

    O Bando dos Mórmons

    Essa edição tem uma história completa que é um bom entretenimento, mas foi uma escolha ruim pra terminar a série de clássicos. A história é bacana, gira em torno de uns artistas circenses que se vestem de mórmons pra cometer assaltos, mas alguma coisa não fecha bem que ainda não descobri o que é. O sentimento é de "mais uma história". Por ser a edição final da série de clássicos, foi uma má escolha. A história de Butch Cassidy ou El Gringo fechariam facilmente com chave de ouro. A impressão que deu é que a editora resolveu fechar de última hora a série e ficou por isso mesmo.

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    4.4 / 9
    • 5 estrelas56%
    • 4 estrelas33%
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    Gian Luigi Bonelli profile picture

    Gian Luigi Bonelli

    Leitor voraz desde jovem, apreciando, principalmente, os romances de mestres como Jack London, Robert Louis Stevenson, Julio Verne, Emilio Salgari, entre outros. Vagou pela Europa, com pouco dinheiro no bolso, trabalhando nos mais diversos ofícios para ganhar pão, desde cortar lenha numa fazenda até ingressar no boxe (atuando, inclusive, como treinador de lutadores profissionais). Como sua principal criação, o ranger Tex, "possuía uma percepção de valores imediata, fruto de uma cultura surgida numa juventude vivida com austeridade", como disse Decio Canzio, grande amigo de Bonelli. Sua carreira literária começa no início dos anos 1930, escrevendo histórias para o Corrieri dei Piccoli, tradicional publicação italiana, e artigos para o Giornale Illustrato dei Viaggi. Nos anos 1930, Bonelli fez títulos variados para a Editora Saev, como Jumbo e Rin-tin-tin e escreveu seus primeiros roteiros, que foram desenhados por Rino Albertarelli e Walter Molina. O nome de Gian Luigi Bonelli está indissoluvelmente ligada ao Tex Willer, cujos roteiros durante quarenta anos, dedicou-se para lhe dar primeiro nas mãos capazes de outros autores, inclusive, para citar apenas os mais importantes Guido Nolitta (Sergio Bonelli), Claudio Nizzi e Mauro Boselli. Refira-se que a vitalidade de seu caráter, evidenciado pelo fato de que ainda é o livro italiano de quadrinhos com o maior número de vendas, tem resistido à crise no gênero western a partir da qual se inspirou.

    67 Livros
    18 Seguidores
    Lombardia, Itália

    Gian Luigi Bonelli