Os discos voadores : da utopia à realidade - Narrativa de uma real viagem a outro planeta

    Artur Berlet

    [Passo Fundo, RS]: Berthier Gráfica Editora
    2021
    304 páginas
    10h 8m
    ISBN-13: 9786586647105
    Português Brasileiro

    Uma das narrativas de abdução mais célebres do mundo, acontecida em Sarandi, (RS), e reconhecida internacionalmente (o relato foi lançado nos EUA, Alemanha e Finlândia): em 14 de maio de 1958, Berlet, tratorista da prefeitura, regressava do interior do município, quando, ao passar por uma fazenda, avistou uma luz. curioso, atravessou a cerca de arame para ver o que era aquilo e, ao chegar a 30m do foco, constatou que a claridade opaca provinha de um objeto circular, cuja forma lembrava duas bandejas. abduzido pelos seres que estavam na nave, visitou o Planeta Acart, a 65 milhões de quilômetros da terra. lá, ficou 11 dias em uma cidade com quase 90 milhões de habitantes, viu que a terra era azul - antes que Gagárin o dissesse - e conheceu o celular.... "Vinha eu de regresso do interior, já a caminho da cidade de Sarandi [...], e eram mais ou menos dezenove horas [...]. Minha atenção foi chamada por uma luz estranha, colocada na orla de um mato, que distava aproximadamente duzentos metros de onde me encontrava na estrada. [...]. Atravessei a cerca de arame e, quando cautelosamente me encontrava a mais ou menos trinta metros da luz, verifiquei com espanto que era um objeto material redondo, com algo em torno de trinta metros de diâmetro, cuja forma era duas bandejas em superposição. A luz era opaca e me fez lembrar um ferro quando está em início de incandescência, entre o vermelho e o cinza. [...]. Senti, então, vontade de retroceder e fugir. Entretanto, dominando-me e procurando raciocinar em torno do que via, aproximei-me mais ainda, quando subitamente surgiram mais de dois vultos, e um fortíssimo jato de luz me foi atirado, fazendo-me perder os sentidos. Quando voltei a mim, encontrava-me num leito, tipo uma cama de hospital, e não pude levantar os braços, porque estavam presos..." ==== O livro "Os Discos Voadores: da utopia à realidade, narrativa de uma real viagem a outro planeta" é um relato de Artur Berlet, publicado pela primeira vez em 1967, agora em sua 4ª edição brasileira: Primeira edição brasileira publicada pela editora Portinho Cavalcante, no Rio de Janeiro, em 1967, com mil exemplares. Traduzido e publicado em alemão pela editora Ventla Verlang Wiesbaden, na Alemanha, em 1972, com 10 mil exemplares. Traduzido e publicado em finlandês por Gosta Mallm, em 1973, com 10 mil exemplares. Segunda edição brasileira publicada pela editora e gráfica A Região, de Sarandi, em 1978, com 3 mil exemplares. Traduzido e publicado em inglês por Wendelle C. Stevens, em Tucson, Arizona, nos Estados Unidos, em 1989, com 11 mil exemplares. Terceira edição brasileira publicada pela Rede Região de Jornais, de Sarandi, em 2010, com 2 mil exemplares. ==== https://www.behance.net/gallery/108852475/Os-Discos-Voadores

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    Leslie Eduin 28/08/2023Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Relato !

    A muito tempo eu procuro por este livro, e confesso que coloquei certa expectativa, que em partes foi atendida. O livro traz um relato que se diz verídico, porém, se você acredita ou não, não faz diferença, pois é como o próprio autor diz: " Ninguém é obrigado a acreditar na minha história, e o fato de não acreditarem não modifica a realidade de minha experiência. Continuarei a contá-la sempre que for solicitado." A primeira edição desta obra foi publicada em algum ano na década de 1960 (não lembro o ano exato). É um relato brasileiro, de uma pessoa humilde que vivia no interior do sul do brasil. Já na introdução é contado um pouco sobre o autor, uma pessoa de pouco estudo, e que em uma de suas voltas para casa, avistou uma luz e foi ver o que era, e é aí que a história de fato começa. Artur narra os acontecimentos de uma forma simples. De acordo com ele, os Acartianos falavam uma língua inexistente para nós, que ele não compreendia, e que depois de algumas tentativas conseguiu se comunicar em alemão com um dos nativos. Aparentemente é um povo pacífico mas que tem suas armas e formas de se defender. E como estavam na presença de um forasteiro houve um tipo de votação para ver o que fariam com Arthur. A história é contada de forma que te deixa entretido , porém não com tantos detalhes quanto gostaria, achei que Artur poderia ter sido mais curioso já que eles estavam dispostos a responder suas perguntas. Ele foi levado a conhecer partes de Acart (o planeta), e foi dado explicações de como algumas coisas funcionavam. E não, eles não são veganos e se preocupam com a vida animal, e não, eles não usam dinheiro. A forma como vivem é bem distópica para com a nossa forma. Ao mesmo tempo que eles são pacíficos e compreensivos, também são diretos e racionais. Do tipo: somos bonzinhos mas não somos trouxas. Mais para o fim do livro, é contado a Artur que eles estão com problemas de super população, e que esperam para que o dia em que a Terra entre em guerra nuclear para que assim os humanos aqui sejam reduzidos e eles possam "invadir" para se restabelecer aqui. E afirmam que os poucos terrestres que sobreviverem irão agradecer e não irão se opor. E que assim será implantado o mesmo "governo" que eles têm em Acart. E é aí que perguntamos: Por que simplesmente não invadem, já que possui tecnologias para confronto e armas para dizimação em massa? A resposta deles são que isso não é o certo a se fazer, porém, quando os humanos da Terra se auto destruir, aí eles podem vir para assim salvar o planeta e poder habita-lo. O governo deles é bem "pacífico", não existe dinheiro, e todos devem trabalhar para ter direitos iguais. Há também os criminosos, mas não há presídios, que dependendo do crime há uma punição. E sim, eles tem pena de morte. E sim, eles crêem em Deus. O governo é constituído por um líder e um conselho, como esse líder é escolhido não se explicou muito, só diz que foi o povo que escolheu e ele é chamado de O Filho do Sol. As mulheres também podem trabalhar, mas se casam, trabalham em casa. O planeta Acart tem dias longos e noites longas, eles têm cinco refeições por dia. No início do livro se especula que Acart seja Marte, por ser citado que Acart tem dois "satélites" mas eles dizem que não são satélites e sim bases artificiais. Fisicamente eles são todos altos, mas os biotipos variam e muito brancos, comparados a coloração de defuntos, e olhos grandes e cabelos loiros cor palha. Enfim, eu gostei do livro, porém, como disse, Artur deveria ter sido mais curioso nas perguntas. A leitura vale a pena sim, caso seja um assunto que goste.

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