Este livro trata dos modelos linguísticos na arquitetura depois do Modernismo. Examina de que modo certas noções elaboradas pelas ciências da linguagem extrapolaram para a disciplina arquitetônica e ajudaram a configurar as principais tendências teóricas e projetuais a partir da década de 1960, representadas especialmente pelas obras de Peter Eisenman, Aldo Rossi e da Arquitetura Minimalista. Além da análise crítica e tendências arquitetônicas fundadas em concepções estruturalistas e representacionais da linguagem, o estudo indica alternativas teóricas exemplificadas pela arquitetura holandesa a partir dos anos 1990. O trabalho contrapõe, assim, a natureza formalista e simbolista do que foi chamado aqui de "Paradigma Linguístico" com o pragmatismo experimentalista do "Paradigma Multifuncional" de arquitetos como Rem Koolhaas, MVRDV e NL Architects.
