Maria Stuart - Peça em cinco atos

    Friedrich Schiller

    Ediouro
    1998
    142 páginas
    4h 44m
    ISBN-10: 8500711965
    Português Brasileiro

    Em Linlithgow, na Escócia, nasceu a filha dos reis Jayme V, da Escócia, e de Maria de Loraine de Guise, aquela que viria a ser uma das mais famosas rainhas do séc. XVI, Maria Stuart. A morte do rei escocês e a decisão do parlamento de anular uma futura aliança entre Maria Stuart e o príncipe Eduardo de Gales esteve na origem da guerra entre a Inglaterra e a Escócia. A nobre e jovem escocesa, educada na corte de Henrique III onde era muito querida, casa, no ano de 1558, na catedral de Notre Dame, com o príncipe Francisco, assegurando assim a aliança entre a França e a Escócia. Quando Henrique III morre, o príncipe Francisco sobe ao trono mas, de saúde frágil, morre pouco tempo depois e a jovem viúva decide partir para a sua terra natal. Já na Escócia e tentando acalmar as revoluções religiosas, Maria Stuart nomeia primeiro-ministro o seu irmão natural, Jayme Stuart, o conde de Murray e casa com o filho do duque de Lennox, Danrley. Este, porém, depois de a trair morre numa explosão. Viúva mais uma vez, volta a casar com o mercenário que chefiava a guarda imperial, Bothwell, mas o revolucionário Murray acaba com ele. Receando ser presa pelos revoltosos pede asilo à rainha de Inglaterra, sua prima Isabel. Mas é injustamente encarcerada no castelo de Chartley e levada a um julgamento arranjado por Walsinghan, secretário da própria Isabel. Apesar dos veementes apelos e protestos, tanto da França como da Espanha, Maria Stuart é condenada à morte por decapitação.

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    Omar Eron Guiarzi Dal Posso20/01/2021Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Obra-prima de Schiller.

    A peça é baseada no acontecimento histórico da prisão e condenação da rainha da Escócia Maria Stuart. Embora seja baseada em fatos históricos a peça não é fiel historicamente. Schiller utiliza de liberdade poética para narrar os acontecimentos através das personagens. O objetivo dele é criar uma peça teatral com a qualidade trágica e emoções intensas, bem ao estilo do romantismo. É interessante como Schiller nos move a sentir compaixão ora por Elizabeth, ora por Maria. Duas cenas que marcam intensamente a obra são a cena da confrontação entre as duas rainhas no terceiro ato, e a cena da confissão no último ato.

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