Clássicos de Pavor Nº 05 - Frankenstein / O Retrato de Dorian Gray

    ary Shelley, Oscar Wilde

    Bloch Editores
    1977
    68 páginas
    2h 16m
    ISBN-1: 0
    Português Brasileiro

    Publicação da década de 1970, pela Bloch, com os clássicos de Mary Shelley e Oscar Wilde. # Frankenstein de Mary Shelley - Clássica história de terror, onde um jovem médico constrói uma criatura a partir de outros corpos. Quando a criação percebe que nunca será aceito pelos homens, que os escorraçavam de todos os ambientes como se ele fosse um monstro. Ninguém queria saber de seus sentimentos, nem ligava para o fato de que talvez ele tivesse uma alma. Foi então que ele começou a matar. Bem, vamos ser justos: ele era mesmo um monstro, mas tinha motivos para isso, e agora procura se vingar do Dr. Frankenstein e sua família. A horripilante obra-prima agora adaptada numa história completa. # O Retrato de Dorian Gray - Os atos que praticamos deixam marcas em nossas fisionomias. Envelhecemos prematuramente. Nosso rosto torna-se duro e mau. Mas e se tivéssemos um retrato que espelhasse nossa maldade e sordidez? Talvez nos conservássemos sempre jovens e belos, assim como o elegante Mr. Gray. Seu retrato era o espelho de sua alma... Adaptação da obra de Oscar Wilde

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    R .29/08/2019Resenhou um livro
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    Frankenstein / O Retrato de Dorian Gray

    Adaptação em quadrinhos da década de 1970 publicada pela editora Bloch. Tem concepção gráfica tosca, principalmente na colorização, mas transmite a carga angustiante do romance de Mary Shelley. Em termos de fidelidade, o final ficou a desejar, parecendo uma interrupção abrupta, sem a narrativa dos tripulantes do barco no Ártico, a morte de Victor Frankenstein e o desespero solitário e decidido da criatura em buscar a morte. No geral, gostei da leitura que, mesmo com seus poréns na adaptação, foi prazerosa e instigante. Bancando o chato de galocha, acho que o visual dado à criatura nessa edição não transmite o pavor associado e a capa da revista tem cena que não sei de onde raios o ilustrador se inspirou. Na obra de Shelley é que não foi. A parte do Retrato de Dorian Gray leio em outro momento ______________________________ Em 01/08/17 Fechei hoje a edição com a leitura sobre o Dorian. A adaptação tem poucas páginas e desenho muito tosco e mal acabado. Curioso que, mesmo troncha desse jeito, dá para ter percepção geral do romance como um resumo fiel. Se a arte fosse caprichada e explorassem melhor a vida devassa do Dorian, seria uma HQ muito bacana. O lance de texto em excesso está presente, mas não torna a leitura cansativa devido o número reduzido de páginas (doze). Dependendo do estado de ânimo, você pode gostar ou não. No meu caso, com muitas motivações positivas nesse novo dia de volta das férias, a leitura foi legal.

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