Entrar
    Book cover
    Compartilhar
    Editar
    • Sinopse
    • Edições0
    • Vídeos0
    • Grupos0
    • Resenhas8
    • Leitores191
    • Similares0
    Skoob logo

    Saiba mais

    Quem somosTermos de usoFale conoscoCentral de ajudaPrivacidade

    Fique por dentro

    Livros em destaque

    Explore

    LivrosAutoresEditorasLeitoresCortesias

    Siga nas redes sociais

    Baixe o app

    Google PlayApp Store

    1964 Golpe Midiático-Civil-Militar -

    Juremir Machado da Silva

    Sulina
    2014
    162 páginas
    5h 24m
    ISBN-13: 9788520507018
    Português Brasileiro
    4.1
    59 avaliações
    Leram80Lendo8Querem100Relendo0Abandonos3Resenhas8
    Favoritos5Desejados100Avaliaram59

    O golpe de 1964 chega aos seus 50 anos em 2014. O inventário dessa tragédia que abalou o Brasil continua a ser feito. Não foi apenas um golpe militar. Nem somente um golpe civil-militar. É verdade que empresários, governadores e militares atuaram em sintonia. Tem faltado, porém, um elemento no banco dos réus: a mídia. O golpe de 1964 foi midiático-civil-militar. O banco dos réus jamais foi formado. Militares, torturadores, golpistas de todos os naipes e mídia se autoanistiaram. É hora de exumar esses cadáveres guardados em nossos armários. Alguns ainda se exibem em vitrines na condição de paladinos da democracia. Os militares jamais mudaram de versão: teriam agido para salvar o país do comunismo e garantir a “verdadeira” democracia. Os civis golpistas recorrem, quando saem de um mutismo estratégico, a argumentos semelhantes. A mídia tem sido mais ardilosa: reescreveu a história e a própria história dando-se, aos poucos, um papel heroico de resistência. Houve jornalistas que apoiaram o golpe e resistiram à ditadura. Os grandes jornais, de maneira geral, apoiaram o golpe e a ditadura. Este livro examina o melancólico e lamentável papel da imprensa no parto do regime autoritário implantado no Brasil em 1964. Grandes nomes do jornalismo e da literatura brasileiros cederam ao golpismo. Viram a chegada do caos nas reformas que tentavam arrancar o Brasil do atraso. A imprensa de 1964 atolou-se no mais rasteiro conservadorismo. Cumpriu a triste função de “cão de guarda” dos interesses das camadas mais reacionárias. Alguns jornalistas fizeram questão de passar recibo reunindo em livro, ainda em 1964, suas impressões. Esta obra completa um ciclo de “descobrimento”. A pesquisa, sustenta o autor, deve destapar, trazer à tona, revelar.

    Resenhas (8)Ver mais
    Vida em série picture
    Vida em série25/05/2015Resenhou um livro
    3 (Bom)

    Precisa-se reler o Golpe.

    O livro mostra algo esquecido, propositalmente, nas reportagens e em algumas coisas que ouvimos sobre o golpe de 64. Afinal, a mídia dificilmente falaria dela mesma. Nele, pode-se perceber, que a construção e a influência midiatica foi para lá necessária para a desconstrução de Jango, afinal usaram todo o prestígo para convencer, especialmente as classes médias, a aderirem propósitos opostos aos do presidente, fazendo com que os mesmos acreditassem que o melhor seriam interesses vinculados ao capital internacional. Para que o então presidente, com suas reformas de base, fosse desmecerido a ponto de ser odiado irracionalmente.

    3 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    4.1 / 59
    • 5 estrelas34%
    • 4 estrelas41%
    • 3 estrelas15%
    • 2 estrelas8%
    • 1 estrelas2%
    Juremir Machado da Silva profile picture

    Juremir Machado da Silva

    é um escritor, jornalista, tradutor e professor universitário brasileiro. Leciona na Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, onde coordena o Programa de Pós-Graduação em Comunicação Social. Graduado em História e em Jornalismo pela PUCRS (1984), é doutor em Sociologia pela Universidade Paris V, René Descartes, Sorbonne (1995), tendo sido orientado por Michel Maffesoli. Pesquisador 1B do CNPq, fez pós-doutorado (1998) na França sob a orientação conjunta de Edgar Morin, Jean Baudrillard e Michel Maffesoli. Foi professor-visitante na Universidade Paul Valéry, Montpellier III. De 1993 a 1995, atuou como correspondente do jornal Zero Hora, de Porto Alegre, na Europa, baseado em Paris, quando cobriu vários festivais de cinema de Cannes, Berlim e Veneza, salões e feiras de livro

    41 Livros
    27 Seguidores
    Rio Grande do Sul, Brasil

    Juremir Machado da Silva