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    La Conquête de Plassans (Les Rougon-Macquart #4) -

    Émile Zola

    Gallimard
    1991
    480 páginas
    16h 0m
    ISBN-13: 9782070383047
    3.9
    6 avaliações
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    Favoritos0Desejados4Avaliaram6

    «Elle sanglotait. L'abbé Faujas avait redressé sa haute taille, il s'approcha de Marthe, laissa tomber sur elle son mépris de la femme. - Ah ! misérable chair ! dit-il. Je comptais que vous seriez raisonnable, que jamais vous n'en viendriez à cette honte de dire tout haut ces ordures... Oui, c'est l'éternelle lutte du mal contre les volontés fortes. Vous êtes la tentation d'en bas, la lâcheté, la chute finale. Le prêtre n'a pas d'autre adversaire que vous, et l'on devrait vous chasser des églises, comme impures et maudites. - Je vous aime, Ovide, balbutia-t-elle encore ; je vous aime, secourez-moi.»

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    Aécio de Paula picture
    Aécio de Paula19/10/2019Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    Série Rougon-Macquart - #04

    (Livro independente dos anteriores). Eu gostei muito desse livro e Zola toca na ferida de novo, a religião. De forma sutil, paulatinamente, o escritor mostra como a religião se liga às pessoas e se apodera delas, de suas razões. O mais incrível é como o autor, de maneira sutil, mostra essa apoderação. De fato, é uma realidade hoje em dia. Lembrando que Zola é ateu, mas respeitoso, só que sempre deixa escapar as ironias sarcatiscas sobre crenças. Seja pelo medo do inferno, seja usando a emoção dos evangelhos, a religião, na pessoa do Padre Fujas, se apodera da família, dos seus bens, das suas economias, enfim, passa a mandar em tudo pela fé. O livro discorre também sobre a hipocrisia e a política.

    3 curtidas

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    3.9 / 6
    • 5 estrelas17%
    • 4 estrelas67%
    • 3 estrelas17%
    • 2 estrelas0%
    • 1 estrelas0%
    Émile-Édouard-Charles-Antoine Zola profile picture

    Émile-Édouard-Charles-Antoine Zola

    Émile Zola nasceu na capital francesa. Filho do engenheiro François Zola e sua esposa Émilie Aubert, cresceu em Aix-en-Provence, onde estudou no Collège Bourbon (atualmente conhecido como Collège Mignet) e, aos dezoito anos, retorna a Paris para estudar no Lycée Saint-Louis. Devido às complicações financeiras por que passou após a morte do pai, Zola é levado a trabalhar em uma série de escritórios, ocupando cargos de pouca influência. Inicia-se no ramo jornalístico escrevendo colunas para os jornais Cartier de Villemessant's e Controversial. Suas colunas não poupavam críticas severas a Napoleão III - (...) meu trabalho torna-se a imagem de um reinado partido, de um estranho período de loucura e vergonha humanas - e à Igreja - A civilização jamais alcançará a perfeição até que a última pedra da última igreja caia sobre o último padre. A obra de caráter autobiográfico La Confession de Claude (1865), um dos primeiros trabalhos publicados por Zola, atraiu atenção negativa da crítica especializada. O ainda mais criticado Thérèse Raquin, romance lançado no ano seguinte, apresentou uma abordagem inovadora em sua concepção: inspirado pelos estudos científicos da época, Zola propõe não um simples romance, mas uma análise científica pormenorizada do ser humano, da moral e da sociedade. Thérèse Raquin tornou-se, portanto, marco inicial de um novo movimento literário, oriundo da análise científica e experimental do ser humano: o Naturalismo. Em vida, Zola também demonstrou elevado engajamento político. Certamente, seu trabalho de maior influência política foi a carta aberta intitulada J'acccuse (Acuso), destinada ao então-presidente da França Félix Faure. A carta, publicada na primeira página do jornal parisiense L'Aurore em 13 de janeiro de 1898, acusou o governo francês de anti-semitismo por julgar e condenar precipitadamente o capitão Alfred Dreyfus, judeu e oficial do exército francês, por traição em 1894. Émile Zola faleceu em 29 de setembro de 1902 em sua casa em Paris devido à inalação de uma quantidade letal de monóxido de carbono proveniente de uma lareira defeituosa; alguns estudiosos, em razão das misteriosas circunstâncias do ocorrido, não descartam a hipótese de homicídio

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    Émile-Édouard-Charles-Antoine Zola