Entrar
    Skoob logo

    Saiba mais

    Quem somosTermos de usoFale conoscoCentral de ajudaPrivacidade

    Fique por dentro

    Livros em destaque

    Explore

    LivrosAutoresEditorasLeitoresCortesias

    Siga nas redes sociais

    Baixe o app

    Google PlayApp Store
    Book cover
    Compartilhar
    Editar
    • Sinopse
    • Edições0
    • Vídeos0
    • Grupos0
    • Resenhas4
    • Leitores67
    • Similares0

    Coligay - Tricolor e de todas as cores

    Léo Gerchmann

    Libretos
    2014
    192 páginas
    6h 24m
    ISBN-13: 9788588412903
    Português Brasileiro
    4.1
    22 avaliações
    Leram35Lendo0Querem32Relendo0Abandonos0Resenhas4
    Favoritos2Desejados32Avaliaram22

    Léo Gerchmann conta com detalhes a saga de alegres heróis, que tiveram o desplante de dessacralizar o templo até então restrito a “homens com H”, como se chamavam os valentões. Colygay: tricolor e de todas as cores ressalta o corajoso pioneirismo dos rapazes que desejavam apenas torcer para seu clube de coração, sem concessões à hipocrisia, mas acabaram subvertendo paradigmas. Passados quase 40 anos, homossexualidade ainda é um tabu no ambiente futebolístico. Mas, durante seus cinco anos de atividade, a Coligay mostrou, a cada jogo, que não há maior frescura do que o preconceito.

    Resenhas (4)Ver mais
    Karen picture
    Karen27/12/2018Resenhou um livro
    3 (Bom)

    Um livro mediano para um tema tão importante

    Confesso que a obra me decepcionou até o capítulo 7, pois até então era mais a história do Grêmio do que a da Coligay em si, que até este momento em especial, apareceu somente como coadjuvante, enquanto o autor enumerava e citava os grandes jogadores, técnicos e dirigentes gremistas do "mítico" ano de 1977 (tem um capítulo, no final do livro, dedicado somente a este ano, em que o autor cita os acontecimentos relevantes da cultura pop na época, o que eu julgo importante, mas que eu sinceramente não entendi que conexão havia com a Coligay em si, mas enfim). Creio que o fato de Leo Gerchmann ser gremista contribuiu para uma narrativa tão apaixonada e nostálgica, mas creio que o objetivo do livro é um propósito maior que o Grêmio FPBA em si (embora tenha a ver e não há como dissociar, é óbvio) e sim uma torcida que fez História e rompeu preconceitos e barreiras, podendo interessar a todos os públicos e não somente a torcida gremista. Pra quem não é torcedor tricolor, esses trechos apaixonados da história do clube podem ser bem maçantes de ler. Do capítulo 7 em diante, melhora, pois o autor vai atrás de outros ex-integrantes da Coligay além do seu fundador, Volmar Santos, o que traz a narrativa de volta pra Coligay, que é o tema central do livro. Acho que o autor deveria ter sido mais enfático no difícil começo da Coligay e das resistências que enfrentou; essa questão fica muito lacônica na obra, o tempo todo só se diz que o início foi ''difícil'' e nada mais. O foco da fala dos ex-jogadores e dos ex-dirigentes é a aceitação após a consolidação da torcida, o que fica muito repetitivo (creio que a insistência dos entrevistados em falar somente no ''depois'' está justamente na mudança de tempos que vivemos, em que pegaria mal falar abertamente de um suposto preconceito tido no passado, focando assim somente no positivo, ou seja, na aceitação de tal torcida). Acredito que deveria ter sido feito um "antes" e "depois" melhores estruturados. Apesar da crítica acima, a qual eu acrescento alguns erros de escrita e formatação, a obra é boa, principalmente por trazer a tona um tema que infelizmente possui muitos silêncios no dia de hoje, como um dos entrevistados na obra fala. A Coligay é um motivo de orgulho e não de depreciação, e eu como torcedora do Internacional, me sinto extremamente envergonhada ao ver que torcedores do meu time usam a Coligay como motivo de ofensa ao rival. Muito triste. A Coligay vive e resiste e é de todos nós!

    1 curtida

    Estatísticas

    Avaliações

    4.1 / 22
    • 5 estrelas45%
    • 4 estrelas18%
    • 3 estrelas27%
    • 2 estrelas9%
    • 1 estrelas0%
    Léo Gerchmann profile picture

    Léo Gerchmann

    Formado em Jornalismo pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e em Direito pela Pontifícia Universidade Católica (PUCRS), Léo Gerchmann é repórter especial do jornal Zero Hora, tendo ênfase em temas internacionais e, mais especificamente, latino-americanos. No site zerohora.com, mantém uma coluna dedicada exclusivamente a esse tema. Teve passagem também por redações como a da revista Placar e trabalhou durante 11 anos no jornal Folha de S. Paulo, pelo qual foi correspondente em Buenos Aires de 1997 a 1998. Entre outras coberturas internacionais, fez a da Copa do Mundo da França, em 1998, eleições em países sul-americanos, a histórica crise argentina de 2001 e a abertura dos "arquivos do terror", que comprovaram a existência da Operação Condor, no Paraguai. De 2010 a 2016, esteve quatro vezes na Venezuela, para elaborar reportagens de fôlego sobre a era chavista, abordando seus desdobramentos institucionais e socioeconômicos. É autor, também, dos livros Coligay – Tricolor e de todas as cores, e Somos azuis, pretos e brancos.

    3 Livros
    1 Seguidor
    Rio Grande do Sul, Brasil

    Léo Gerchmann