Os herois das grandes causas não morrem. São como a luz do sol de cada dia, que à noite as trevas da maledicência, da ingratidão, do ciúme e de interesses escusos, tentam extinguí-los e apagá-los. Mas quando o sol ressurge no princípio de cada dia, gulguram de novo os seus nomes, porque são predestinados a missões extraordinárias, determinadas pelo Supremo Poder dos Povos, que tudo sabe, tudo quer, tudo governa. São os imortais, perpetuados e redivivos na memória do tempo. Plácido de Castro voltou de novo.

