História da Historiografia - Sociedade Brasileira de Teoria e História da Historiografia

    Conselho Editoral. Claudia Beltrão (UNIRIO . Rio de Janeiro . RJ . Brasil); Durval Muniz de Albuquerque (UFRN . Natal . RN . Brasil); Estevão de Rezende Martins (UnB . Brasília . DF . Brasil); Helena Mollo (UFOP . Mariana . MG . Brasil); Lucia Maria Pasch

    Edufop
    2010
    281 páginas
    9h 22m
    ISBN-9: 119839928
    Português Brasileiro

    A partir deste número História da Historiografia passa a ser oficialmente uma publicação da Sociedade Brasileira de Teoria e História da Historiografia – SBTHH. Em sua última Assembleia Geral ocorrida no dia 18 de agosto durante o 4º Seminário Nacional de História da Historiografia, em Mariana, a proposta foi acolhida pela unanimidade dos membros presentes. A iniciativa pretende consolidar um novo modelo de gestão de periódicos acadêmicos em nossa área. Parece claro para muitos que o excesso de periódicos com pouco impacto pode ser resolvido, em parte, pela consolidação de veículos especializados, interinstitucionais e que representem grupos e redes de pesquisa com circulação nacional e internacional. Este novo formato não substituirá os periódicos tradicionais e que representam uma espécie de identidade da área de história, sendo mais uma das respostas possíveis à emergência de novas condições de produção e circulação do conhecimento acadêmico. Outra novidade neste número pode ser notada no design da revista, que é apenas a parte mais visível de algumas transformações estruturais na plataforma OJS (Open Journal System) que nos serve de referência. O menu de navegação está mais atraente e amigável para o usuário, a seção resenha foi reforçada pela presença da capa do livro resenhado como âncora de navegação. Mais uma iniciativa para valorizar essa prática tão necessária em momento de vertiginoso crescimento da produção especializada. Desde 2009, quando dados de acesso passaram a ser computados, a revista já foi acessada por quase 26 mil visitantes únicos, com pouco mais de 34 mil acessos. Destes, 30 mil são de leitores espalhados por todo o Brasil, e o restante, em países como Argentina, Portugal, Alemanha, Moçambique, EUA e Espanha, os mais importantes em uma lista de 64 nações. A rapidez e a profundidade dessa recepção não seriam possíveis em outro formato senão o eletrônico. Muitos desafios estão a nossa frente: a continuidade da indexação, o reforço da revista como um espaço de trabalho colaborativo e o aprofundamento da internacionalização da produção local são apenas alguns deles. Tentaremos, neste espaço, manter nossos leitores atualizados sobre esses caminhos e seus desafios. Os editores

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