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    História da Historiografia - Sociedade Brasileira de Teoria e História da Historiografia

    Francisco de Assis Brasil

    Edufop
    2012
    381 páginas
    12h 42m
    ISBN-8: 19839928
    Português Brasileiro
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    Em 2010, ocorreu um encontro internacional de revistas de história no Colégio do México, sob o título “Escribir y leer: lengua, autoridad y plataforma tecnológica em revistas de historia”. O objetivo era discutir alguns desafi os do trabalho acadêmico e da editoria de revistas científi cas da área. O documento produzido foi intitulado Declaración de el Colegio de Mexico e divulgado no Brasil pela revista Tempo (UFF). Entre várias colocações relevantes, escolhemos destacar aqui uma constatação feita durante o encontro: a de que os níveis de interação entre as historiografi as nacionais são muito limitados. Em parte, isso parece estar relacionado a outro aspecto apontado pelo documento: a forte autorreferencialidade, característica de toda disciplina monolíngue e nacional. Resta compreender os processos de difusão dos estudos históricos. Quais seriam os diálogos possíveis e o nível do conhecimento acerca da produção historiográfi ca de diferentes países que compartilham ou não o mesmo idioma? Haveria temas e problemas comuns capazes de suscitar diálogos internacionais e favorecer a constituição de redes de pesquisa? Pensando nisso, este número apresenta o dossiê Diálogos historiográfi cos: Brasil e Portugal, organizado por Iris Kantor (Universidade de São Paulo) e Tiago C. P. dos Reis Miranda (Universidade Nova de Lisboa), um convite à refl exão sobre questões, debates e formas de abordagem que marcaram as historiografi as portuguesa e brasileira. É um modo de incentivar outros diálogos sobre novos e velhos temas, com base na identifi cação das confl uências e dos distanciamentos, cujo desconhecimento, acreditamos, é um dos obstáculos à internacionalização da produção historiográfi ca. E na seção de artigos livres, oferecemos uma amostra das refl exões que historiadores de diversos países (Argentina, Brasil, Espanha e França) têm produzido sobre temas capazes de despertar interesse para além da língua e dos casos nacionais: a história do tempo presente e a problemática da memória; o jogo semântico entre mito e logos na escrita da história; a questão da subjetividade do historiador; a relação entre teoria e práxis na obra de Antonio Gramsci; a produção de uma obra clássica, Le problème de l’incroyance au XVIe siècle, de Lucien Febvre; e o desafi o hermenêutico frente à historiografi a neopositivista. Todos os temas pertinentes para a compreensão dos problemas colocados aos historiadores de ontem e de hoje. Por fi m, convidamos os leitores a explorar nossa seção de resenhas, cada vez mais importante, considerando a ampliação veloz e constante das publicações. Boa leitura! Os editores, Arthur Alfaix Assis (UnB) Julio Bentivoglio (UFES) Rebeca Gontijo (UFRRJ)

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    Francisco de Assis Almeida Brasil profile picture

    Francisco de Assis Almeida Brasil

    Francisco de Assis Almeida Brasil Nasceu em Parnaíba, PI, em 18/02/1932. Jornalista, crítico literário, romancista e contista. Teve seu primeiro texto publicado aos 15 anos: um apólogo intitulado O poste e a palmeira, inspirado num apólogo de Machado de Assis e publicado na Gazeta de Notícias, de Fortaleza, CE, em 1948, e o primeiro romance – Verdes mares bravios – em 1953. O livro foi reeditado pela editora Melhoramentos, em 1986 com o título Aventura no mar, e indicado para o publico infanto-juvenil. Tem mais de 100 livros publicados, entre os quais Beira Rio Beira Vida (1965), com o qual ganhou o Prêmio Nacional Walmap; A Filha do Meio Quilo (1966); O Salto do Cavalo Cobridor (1968), Pacamão (1969), Os que Bebem como os Cães (1975), Nassau, Sangue e Amor nos Trópicos (1990), Jovita (1993), Tiradentes (1994), Na condição de romancista histórico e apreciador da poesia brasileira, levantou e retratou a poesia em diversos estados e publicou diversas antologias com o titulo genérico: A poesia .... no século XX. Assim, foram lançadas as antologias referentes a poesia piauiense (1995), Bahiana (1999), sergipana (1999), espírito-santense (1998), mineira (1999). Em 1996 entrou para a Academia Piauiense de Letras e no ano seguinte recebe o Diploma de Personalidade Cultural da União Brasileira de Escritores. Em princípios de 2008, após viver tantos anos no Rio de Janeiro, voltou para sua terra e passou a morar em Teresina, onde é cultuado como patrimônio cultural.

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    14 Seguidores
    Piauí, Brasil

    Francisco de Assis Almeida Brasil