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    História da Historiografia - Sociedade Brasileira de Teoria e História da Historiografia

    Francisco de Assis Brasil

    Edufop
    2013
    363 páginas
    12h 6m
    ISBN-8: 19839928
    Português Brasileiro
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    O décimo primeiro número da História da Historiografia é introduzido por um dossiê temático, cuja chamada suscitou um surpreendente interesse nos nossos colaboradores. Organizado por Fábio Franzini (Unifesp) e Rebeca Gontijo (UFRRJ), o dossiê Os cursos de história: lugares, práticas e produções conta com oito excelentes textos, que mapeiam importantes aspectos da trajetória da educação superior em história no Brasil e também em Portugal. Já a seção de artigos livres apresenta cinco contribuições. Abre-se com a tradução de uma inspiradora reflexão de Sanjay Seth (Universidade de Londres) sobre historiografia, racionalidade(s) e a abordagem do passado de sociedades não ocidentais. Em seguida, Carlos Leonardo Kelmer Matias (UFRRJ) persegue ecos da obra Capitalismo e escravidão (1944), de Eric Williams, concentrando- -se na influência por ela exercida sobre o argumento de Fernando Novais em Portugal e Brasil na crise do antigo sistema colonial (1979). Miriam Moriconi (Universidade Nacional de Rosario) traça um balanço da historiografia acerca do tema da justiça eclesiástica na região do Rio da Prata, entre os séculos XVII e XVIII. Josemar Machado de Oliveira (UFES) revisita a clássica interpretação da Revolução Francesa por Alexis de Tocqueville. Por fim, Marja Jalava (Universidade de Helsinque) introduz-nos a um cenário historiográfico que somente a poucos será familiar, o dos países nórdicos. Mostra como historiadores dinamarqueses, finlandeses, islandeses, noruegueses e suecos contribuíram e têm contribuído para a consolidação de um regionalismo transnacional muito significativo no contexto político europeu contemporâneo. Para além de seis resenhas sobre publicações recentes nos campos da teoria da história, da história da historiografia, e afins, o volume também traz um interessante documento historiográfico setecentista: o verbete “história”, escrito pelo historiador e dramaturgo francês Jean-François Marmontel, aqui traduzido e apresentado por Daniela Kern (UFRGS). Encerra o volume uma entrevista, conduzida por Sérgio da Mata e Valdei Lopes de Araujo (UFOP), com o teórico da história alemão Jörn Rüsen. Aproveitamos a oportunidade para compartilhar uma excelente notícia: na última avaliação do sistema Qualis/Capes, História da Historiografia foi incluída no extrato A1, o mais elevado da escala de avaliação. De parabéns estão todos aqueles que se deixaram atrair pelo projeto editorial lançado em 2008 e que desde então têm contribuído para torná-lo uma realidade cada vez mais marcante no cenário historiográfico. Em especial, gostaríamos de registrar o nosso agradecimento à nossa assistente editorial Flávia Varella, de cujo incansável engajamento com as pequenas e grandes questões da revista depende muito do sucesso deste empreendimento intelectual. Os editores, Arthur Alfaix Assis (UnB) Julio Bentivoglio (UFES) Rebeca Gontijo (UFRRJ)

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    Francisco de Assis Almeida Brasil profile picture

    Francisco de Assis Almeida Brasil

    Francisco de Assis Almeida Brasil Nasceu em Parnaíba, PI, em 18/02/1932. Jornalista, crítico literário, romancista e contista. Teve seu primeiro texto publicado aos 15 anos: um apólogo intitulado O poste e a palmeira, inspirado num apólogo de Machado de Assis e publicado na Gazeta de Notícias, de Fortaleza, CE, em 1948, e o primeiro romance – Verdes mares bravios – em 1953. O livro foi reeditado pela editora Melhoramentos, em 1986 com o título Aventura no mar, e indicado para o publico infanto-juvenil. Tem mais de 100 livros publicados, entre os quais Beira Rio Beira Vida (1965), com o qual ganhou o Prêmio Nacional Walmap; A Filha do Meio Quilo (1966); O Salto do Cavalo Cobridor (1968), Pacamão (1969), Os que Bebem como os Cães (1975), Nassau, Sangue e Amor nos Trópicos (1990), Jovita (1993), Tiradentes (1994), Na condição de romancista histórico e apreciador da poesia brasileira, levantou e retratou a poesia em diversos estados e publicou diversas antologias com o titulo genérico: A poesia .... no século XX. Assim, foram lançadas as antologias referentes a poesia piauiense (1995), Bahiana (1999), sergipana (1999), espírito-santense (1998), mineira (1999). Em 1996 entrou para a Academia Piauiense de Letras e no ano seguinte recebe o Diploma de Personalidade Cultural da União Brasileira de Escritores. Em princípios de 2008, após viver tantos anos no Rio de Janeiro, voltou para sua terra e passou a morar em Teresina, onde é cultuado como patrimônio cultural.

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    Piauí, Brasil

    Francisco de Assis Almeida Brasil