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    Os três mosqueteiros (Quadrinhos Nacional) -

    Alexandre Dumas

    Companhia Editora Nacional
    2010
    48 páginas
    1h 36m
    ISBN-13: 9788504016185
    Português Brasileiro
    3
    6 avaliações
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    Durante o reinado de Luís XIII na França, o jovem D’Artagnan parte para Paris em busca de fortuna. Lá conhece três audazes mosqueteiros do rei, de quem se torna amigo inseparável. Juntos, eles se envolverão em sinistras intrigas palacianas e enfrentarão poderosos inimigos. Adaptação de Os Três Mosqueteiros, de Alexandre Dumas, a primeira aventura dos valentes espadachins.

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    R . picture
    R .25/03/2020Resenhou um livro
    2 (Razoável)

    HQ Quadrinhos Cia Editora Nacional

    Quadrinização no estilo resumão, com frases em síntese apresentadas no rodapé de uma ilustração. A aventura mistura ficção e realidade; Na real, os mosqueteiros parecem fantoches, seguindo interesses escusos dos governantes a quem servem. D'Artagnan é o destaque, não por ser o mais habilidoso espadachim, mas pela luta em ideais românticos, sendo esta uma aventura de buscas e conquistas em seus objetivos. Um herói, meio palerma, mas herói. Os outros não tem heroísmo algum e são esnobes com mania de superioridade. Personagem por personagem, acho mais interessante a vilã Milady de Winter, que se impõem apenas pela astúcia. Não estou valorizando o mal, mas a engenhosidade em seus propósitos, dessa forma tendo grande destaque e impacto no contexto. Se tivesse habilidade como a dos mosqueteiros não teria para ninguém na obra. Ah, e quem disse que é a única do time da vilania... Mas centralizou tanta coisa, que pagou o pato como punição do mal. Mas só ela. Imagino que se fizessem filme no modismo atual de misturar clássicos da literatura com terror, seria a protagonista. Quem sabe, de repente, uma vampirona de respeito... Não curto o clássico, que acho chato em seus desdobramentos de lutas para satisfação dos governantes interesseiros e nada carismáticos. É cardeal manipulador, rainha adúltera, mosqueteiros manobrados.... Por menos não gostei da quadrinização, que sequer retratou decentemente o famoso lema em apoteótica cena: "um por todos, todos por um!", Os anexos com informações gerais são atrativos que valorizo na coleção. No retrato das inspirações para as personagens, nada citaram de Milady de Winter e fiquei intrigado se foi apenas criação de Dumas. Lido nos dias de isolamento do mundo Walking Dead imposto pelo Coronavírus.

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    Dumas Davy de la Pailleterie profile picture

    Dumas Davy de la Pailleterie

    Alexandre Dumas, pai - foi um romancista francês. Seu nome de batismo era Dumas Davy de la Pailleterie. Nasceu na região de Aisne, próximo a Paris. Era neto do marquês Antoine-Alexandre Davy de la Pailleterie e de uma escrava (ou liberta, não se sabe ao certo) negra, Marie Césette Dumas. Seu pai foi o General Dumas, grande figura militar de sua época. Enquanto trabalhava em Paris, Dumas começou a escrever artigos para revistas e também peças para teatro. Em 1829 foi produzida sua primeira peça, Henrique III e sua Corte, alcançando sucesso de público. No ano seguinte, sua segunda peça, Christine, também obteve popularidade. Como resultado, tornou-se financeiramente capaz de trabalhar como escritor em tempo integral. Entretanto, em 1830, participou da revolução que depôs o rei Carlos X de França e substituiu-o no trono pelo ex-patrão de Dumas, o Duque d'Orléans, que governaria com o nome de Luís Filipe de França, alcunhado de Rei Cidadão. Até meados da década de 1830, a vida na França permaneceu agitada, com tumultos esporádicos em busca de mudanças promovidos por republicanos frustrados e trabalhadores urbanos empobrecidos. À medida que a vida retornava lentamente à normalidade, o país começou a se industrializar e, com uma economia em crescimento combinada com o fim da censura à imprensa, a vida recompensou as habilidades de escritor de Alexandre Dumas. Após escrever mais algumas peças de sucesso, passou a se dedicar aos romances. Apesar de ter um estilo de vida extravagante e sempre gastar mais do que ganhava, Dumas provou ser um divulgador astuto. Com a alta demanda dos jornais por romances seriados, em 1838 simplesmente reescreveu uma de suas peças para criar sua primeira série em romance. Intitulada "O Capitão Paulo" (em francês Le Capitaine Paul) levou-o a criar um estúdio de produção que lançou centenas de histórias, todas sujeitas à sua apreciação pessoal. Em 1840, casou-se com uma atriz, Ida Ferrier, mas continuou a manter seus casos com outras mulheres, sendo pai de pelo menos três filhos fora do casamento. Um desses filhos, que recebeu o seu nome, seguiria seus passos na carreira de novelista e escritor de peças teatrais. Por causa do mesmo nome e da mesma profissão, para distinguir um do outro, um é chamado Alexandre Dumas pai (Alexandre Dumas, père) e o outro Alexandre Dumas, filho (em francês, Alexandre Dumas, fils).

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    Picardia, França

    Dumas Davy de la Pailleterie