The rule-book says that a young man who is to be knighted by King Dagonaut must pass the eve of the grand ceremony in silent vigil. However, Young Tiuri, son of the famous Tiuri the Valiant, breaks the rules - he opens the door to a stranger, who begs him to deliver a secret letter to the Black Knight with the White Shield. The letter is destined for the ruler of the neighbouring realm, King Unauwen, and concerns a matter of paramount importance. Tiuri accepts this dangerous mission, but when he arrives at the appointed place deep in the forest, he finds the Knight dying, murdered by the vicious Red Riders. As he races to deliver the letter to King Unauwen in the Knight's stead, Tiuri is pursued by the Red Riders, who threaten his life - but he is determined to fulfil his promise: the Black Knight must not have died in vain.
The Letter for The King -
Tonke Dragt
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Ver maisTiuri está prestes a se tornar um cavaleiro. No reino de Dagonaut, os escudeiros escolhidos tem de ficar em vigília, ajoelhados na capela, de frente ao altar, refletindo sobre a grande tarefa que terão pela frente. Para se tornarem cavaleiros, não podem sair da capela até as sete da manhã. Mas no meio da noite, ouve-se uma batida na porta, um senhor pedindo ajuda. Traz uma mensagem de grande importância para o rei Unawen, do reino de Unawen, ao leste do mundo. A tarefa de Tiuri é entregar a carta ao Cavaleiro Negro do Escudo Branco, e retornar para a capela, de outra forma não se tornará um cavaleiro. No entanto, o Caveleiro Negro do Escudo Branco é morto, e Tiuri é incumbido de levar a carta ao rei Unawen ele mesmo. O livro segue contando a jornada do herói, os amigos que fez, os inimigos de quem fugiu, as dificuldades no caminho, a volta pra casa. Seria uma boa história de aventura se fosse contada de outra forma, num estilo diferente. Veja bem, a história é cheia de perigos, de escapes, de lutas, o bastante para se tornar o livro favorito de um menino de dez anos, ou um entretenimento para adultos (ou vice-versa) – e não posso dizer que eu não tenha desligado um pouco do mundo em algumas partes –, mas o texto da autora (ou a tradução?) faz a história ficar... insípida. As frases são sempre completas, todos os personagens falam “inglês perfeito”, mas parece não haver “vida”, nem nas descrições nem nos diálogos. A história se passa na idade média, sim, mas isso não quer dizer que o texto tem de ser tão sem graça, tão formal. Apesar disso, estranhamente, o texto é bastante fluido e de fácil leitura. O livro possui ilustrações incríveis da própria autora, que parecem feitas com areia. Mais um blogue literário pra você ignorar:
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