Condenada -

    Stacey Lannert

    Asa
    2012
    405 páginas
    13h 30m
    ISBN-10: Boo9CR8QZI
    Português

    A 4 de julho de 1990, Stacey Lannert, de dezoito anos, matou o pai. Ele abusava sexualmente dela desde os oito anos. Até então, Stacey sofrera em silêncio. Tudo mudou nessa noite, quando percebeu que a sua adorada irmã mais nova acabara de ser vítima do mesmo crime. Sem qualquer compaixão, o tribunal condenou-a a prisão perpétua. Stacey sente-se agora suficientemente forte para contar a história da sua infância arrepiante, durante a qual manteve a sanidade mental graças ao amor e ao instinto protetor que sentia pela irmã. Num tom comovente e digno, relata-nos também o que aconteceu quando deu entrada na prisão, esse momento de violência brutal que, inesperadamente, a fortaleceu e fez dela uma pessoa melhor. Decidida a não se vitimizar, Stacey encontrou em si mesma a força necessária para crescer e descobriu a importância e o poder curativo do amor. Quase dezanove anos depois, a 10 de janeiro de 2009, o governador do Missouri fez finalmente justiça. Passados seis dias, ela era uma mulher livre. Condenada é a história de como Stacey aprendeu a crescer e a conquistar a liberdade atrás das grades. É uma história de autodescoberta passada no universo paralelo de uma prisão de máxima segurança. E é, acima de tudo, um hino ao amor, à coragem e à justiça.

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    gaby araújo picture
    gaby araújo30/06/2022Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    meu deus...

    eu nem sei por onde começar mesmo a força dessa mulher é admirável, o amor que ela traz em suas palavras, foi um enorme ensinamento essa leitura gosto muito de ler histórias de crime pelo ponto de vista da vítima, sempre me traz uma sensação de esperança no mundo de que ainda vale a pena... ler sobre o abuso que ela sofreu durante anos, sendo calado noite após a noite, e ver que hoje, sendo ouvida, usa sua boca para espalhar amor e conhecimento é apenas lindo "Eu nunca esqueci a dor que levou ao dia 4 de julho de 1990. Nunca, mas nunca esqueci a minha própria culpa. No entanto, perdoei-lhe e perdoei-me a mim mesma. Ele era meu pai e devia proteger-me. E protegeu-me da maior parte das coisas, mas não de si mesmo. Lamentei que o meu pai nunca tivesse tido a oportunidade de mudar como eu mudara. Todavia, esperei que o lado bom dele tivesse perdoado o que eu fiz. Esperei que ele sentisse orgulho na mulher que eu me tinha tornado. Afinal de contas, serei sempre a sua filha."

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