Entrar
    Book cover
    Compartilhar
    Editar
    • Sinopse
    • Edições4
    • Vídeos0
    • Grupos0
    • Resenhas423
    • Leitores17694
    • Similares15
    Skoob logo

    Saiba mais

    Quem somosTermos de usoFale conoscoCentral de ajudaPrivacidade

    Fique por dentro

    Livros em destaque

    Explore

    LivrosAutoresEditorasLeitoresCortesias

    Siga nas redes sociais

    Baixe o app

    Google PlayApp Store

    Watchmen - Edição Definitiva

    Dave Gibbons

    Panini Books
    2011
    460 páginas
    15h 20m
    ISBN-10: 857351549X
    Português Brasileiro
    4.8
    8638 avaliações
    Leram12548Lendo724Querem4276Relendo42Abandonos104Resenhas423
    Favoritos105Desejados4276Avaliaram8638

    O ano é 1985. Os Estados Unidos são uma nação totalitária e fechada, isolada do resto do mundo. A presença de arsenais nucleares e dos chamados super-heróis mantém um certo equilíbrio entre as forças do planeta... até que o relógio do fim do mundo começa a marchar para a meia-noite e a raça humana para um abismo sem-fim. A sombria e inigualável trama tem início com ilusões paranóicas do supostamente insano herói Rorschach, um dos Watchmen que patrulhavam os EUA décadas atrás. Mas ele estaria realmente insano ou na verdade teria descoberto uma sórdida conspiração para assassinar super-heróis -- ou, pior ainda, milhões de civis inocentes? Fugindo da lei, Rorschach junta-se a ex-companheiros do passado em uma desesperada tentativa de salvar suas próprias vidas... e o que acabam descobrindo, além de abalar suas estruturas, poderá alterar o próprio destino do planeta Terra!

    Edições (4)

    Ver mais
    • book cover
    • book cover
    • book cover
    • book cover

    Similares (15)

    Ver mais
    • book cover
    • book cover
    • book cover
    • book cover
    • book cover
    Resenhas (423)Ver mais
    Régis Maz picture
    Régis Maz04/11/2022Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    "Não enfrentes monstros sob pena de te tornares um deles..."

    Relendo Watchmen após anos, percebo que continuo me sentindo encantada com a escrita do Alan Moore, as cores do John Higgins e a arte do Dave Gibbons. Lembro como essa história em quadrinhos mexeu comigo e vejo que nada mudou. Adoro o roteiro e a arte me encanta! A beleza da construção dos personagens a deferência do enredo principal se interligando com os subenredos com perícia e excesso de cuidado. A história vai crescendo e chegando ao auge da paranoia, você sente o caos se instalando e se tornando insustentável, como se os céus carregados estivessem a ponto de se romper e liberar a maior de todas as tempestades. Quando termina o capítulo onze, o olho do furacão se abre e os ventos estão prontos para deixar tudo de cabeça para baixo. Mas antes que aconteça, por um breve instante, tudo parece inerte. O autor se expressa de modo grandioso a cada quadro, e encerra tudo suntuosamente. Deixando para trás  uma rica discussão sobre a ética punitiva  de Rorscharch e o utilitarismo de Ozymandias. Ozymandias com sua lógica utilitarista, sua paz alicerçada na mentira e no sacrifício de milhões, acredita (com seu ego megalomaníaco), que o fim justifica os meios: "Duas superpotências desistindo da guerra (EUA e URSS). Eu salvei a terra do inferno. Nós salvamos (...). Agora podemos voltar a cumprir nosso dever." Vê o mundo como um organismo a ser controlado por ele. Enquanto, Rorscharch segue o princípio simples de que: O mal deve ser punido. Ele está sempre em busca da ordem moral, da justiça. "O nosso dever é fazer justiça, todos vão saber o que você fez!" Rorscharch morre por entender o que seus companheiros não entendiam: Não é necessário viver, mas é preciso que, enquanto vivemos, o façamos com honra. E entre os dois temos o Dr. Manhattan, um personagem profundo, niilista, um deus, "Deus existe e ele é americano". A verdadeira bomba atômica com poderes divinos, que provoca seu próprio dilúvio ao abraçar a paz mentirosa de Ozymandias. Todo o poder, a fala mansa e postura meditativa de Jon, causam ao leitor uma sensação de devastação, um sentimento de insignificância diante do personagem. E tem algo na ideia de que a Espectral é seu único elo emocional com o mundo que me deixa desconfortável. Afinal antes de ser desintegrado ele era tão humano quanto qualquer um. Ainda temos o Comediante, a Espectral, o Coruja e outros, mas escolhi falar apenas dos que realmente me causaram impacto e que voltam a minha memória com mais frequência quando debato sobre a história nas rodas de amigos ou penso sobre ela. Alan Moore criou um estranho panteão de seres extraordinários que vão continuar ecoando em minha memória. Essa Graphic Novel arrebata o leitor mostrando que uma história em quadrinhos pode ser tão profunda e importante quanto o romance mais célebre. É uma leitura maravilhosa! Recomendo muitíssimo. Obs: Adrian diz que o único ser com quem sentia afinidade era Alexandre da Macedônia, foi de onde ele tirou sua visão de mundo unificado. Seu nome de herói:  "Ozymandias", foi o apelido dado pelos gregos a Ramsés II, o mais poderoso faraó do antigo Egito. Indico a leitura do soneto de P. B. Shelley - Ozymandias. Ele evidencia bem onde toda megalomanía e ambição de grandeza desmedida termina.

    125 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    4.8 / 8638
    • 5 estrelas79%
    • 4 estrelas17%
    • 3 estrelas3%
    • 2 estrelas0%
    • 1 estrelas0%
    Dave Gibbons profile picture

    Dave Gibbons

    Dave Gibbons é um artista e escritor britânico de história em quadrinhos. Mais conhecido por ser o artista de Watchmen, Gibbons também se destacou em quadrinhos como Para o Homem Que Tem Tudo... e The Secret Service.

    68 Livros
    3 Seguidores
    Londres, Reino Unido

    Dave Gibbons