The truth is, when you banish the gods from the world, they eventually come back—with a vengeance. In the near future, Justin March lives in exile from the Republic of United North America. After failing in his job as an investigator of religious groups and supernatural claims, Justin is surprised when he is sent back with a peculiar assignment—to solve a string of ritualistic murders steeped in seemingly unexplainable phenomena. Justin’s return comes with an even bigger shock: His new partner and bodyguard, Mae Koskinen, is a prætorian, one of the Republic’s technologically enhanced supersoldiers. Mae’s inexplicable beauty and aristocratic upbringing attract Justin’s curiosity and desire, but her true nature holds more danger than anyone realizes. As their investigation unfolds, Justin and Mae find themselves in the crosshairs of mysterious enemies. Powers greater than they can imagine have started to assemble in the shadows, preparing to reclaim a world that has renounced religion and where humans are merely gamepieces on their board.
Gameboard of the Gods (Age of X #1) -
Richelle Mead
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Comentários A Richelle tem uma história toda especial aqui para o site! Na verdade, o Psychobooks só foi criado por causa dela. Bora explicar. Éramos quatro no início de tudo e nos conhecemos por meio da série "Georgina Kincaid". A leitura superenvolvente da Richelle nos fazia conversar por horas sobre a obra e numa dessas conversas surgiu a ideia do site. Então, 3 anos e meio depois imagine que legal voltar a falar dela por aqui e ainda por cima tendo em mãos uma prova antecipada de sua nova série adulta! Eu e a Mari éramos só sorrisos... Até chegarmos a 11% da leitura: Bem-vindos à premissa e preparem-se para 11% de leitura de pura adrenalina. E só... Alba: A premissa do livro é superchamativa. Em um futuro distópico, há um país chamado RUNA, que é nada mais que a união da parte dos Estados Unidos com o Canadá que se formou após uma série de doenças e acontecimentos, denominado "Declínio". Nesse novo país os habitantes têm um chip no corpo e são controlados em todos os lugares que vão, vivem superbem, mas as religiões são controladas a mão de ferro pelo Governo. Ali só pode-se seguir os dogmas cadastrados por uma agência chamada SCI. Justin é um ex-funcionário dessa agência e que hoje vive no província do Panama. Ele era um funcionário de alto-escalão responsável exatamente pelo controle dessas religiões. O conhecemos em um bar no Panama. Ele já está na província há 4 anos, não dá muitas explicações dos motivos de seu exílio e apresenta dois "ravens", Magnus e Horatio, que vem em sua mente. Mari: Um dos grandes mistérios de Justin é sobre como ele foi exilado de RUNA, o que ele fez para merecer ser exilado e não morto? No começo eu também demorei um pouco para entender o que seriam as duas vozes na cabeça dele, mas conforme as páginas vão passando, a explicação chegou, com um incrível atraso, mas chegou. Alba: Na outra ponta temos Mae, uma pretoriana, que é simplesmente o tipo de soldado mais poderoso da RUNA. Mae tem um ship em seu corpo que potencializa sua força, velocidade e percepção quando está numa luta. Ela é uma supersoldada que foi enviada ao Panama em uma missão ultrassecreta. Mari: Logo a princípio a Mae se mostra uma badass, um tipo de mocinha que a Richelle sabe escrever como ninguém! Mas depois dos 11% de leitura ela desapareceu... Todos os pretorianos são temidos, conhecidos por suas habilidades de luta e por não terem nenhuma hesitação ao matar alguém e mesmo nesse tipe de supersoldados, a Mae consegue se destacar, suas habilidades são superiores e ela sempre se pergunta o motivo de tal diferença. Alba: Esse começo do livro é envolvente ao extremo. Richelle apresenta pela primeira vez uma narrativa em terceira pessoa e passa a caminhar pelas pontos de vista de Mae e Justin. Nesse início a narrativa não causa estranheza, pelo contrário! Richelle consegue dar uma dinâmica superinteressante no enredo. A história nos envolve por completo até que: O tropeço de Richelle =( Alba: Richelle constrói já no início do livro toda a tensão necessária no relacionamento de Mae e Justin. O relacionamento fica afiado e ela já cria suas conhecidas barreiras que ficam críveis e despertam a curiosidade do leitor, mas tudo para por aí... Mari: Para mim, o grande problema foi a autora querer criar muitos mistérios no começo do livro - cada personagem tem pelos menos duas grandes questões a serem descobertas -, seguir sem nenhuma resposta por um bom tempo - o que deixa o leitor muito confuso -, e depois despejar todas as informações de uma só vez. Algumas delas eram tão simples e banais, que poderiam ter sido reveladas antes sem comprometer o enredo. Alba: Seus tropeços começam a ficar evidentes. Richelle sempre construiu muito bem seus textos em primeira pessoa. Nesse livro ela resolveu ousar e escrever tudo em terceira pessoa, sob o ponto de vista de Mae, Justin e uma adolescente que é protegida de Justin, Tessa. Meus problemas começam já aqui. Se a narrativa é em terceira pessoa, por que não passear livremente na mente de todos os personagens e com isso nos dar a ampla visão do texto? Richelle escolheu usar a narrativa em terceira pessoa "engessada", que é aquela que fica acompanhando apenas o ponto de vista de um personagem. Mas não contente com isso, ao decidir acompanhar 3 pontos de vista diferentes, ela só nos deixa mais confusos com os acontecimentos! A cada capítulo o PoV muda e as explicações dos acontecimentos passados com o personagem são esmiuçadas para ficarmos sabendo o que ele fazia enquanto acompanhávamos o PoV do outro na capítulo anterior. Isso é totalmente desnecessário quando o autor tem a habilidade de amarrar bem as narrativas de cada um para que se completem. Não foi o caso. Há também o tropeço chamado "Tessa". Sinto que com a inserção da personagem, a ideia de Richelle era nos dar uma visão revigorada da distopia, acho que ela queria que víssemos o mundo construído após o "Declínio", sob o ponto de vista de uma pessoa tão leiga quanto nós; Tessa não serve a esse fim. Seu papel é superdescartável, apesar de ser uma personagem agradável. Ainda estou tentando entender seu verdadeiro papel na história e se a personagem irá crescer durante a série. Mari: Tessa... quem é essa mesmo? Ah! A garota... Qual foi a função dela dentro do enredo? Humm... Plano de fundo + Romance + Suspense + Sobrenatural Alba: A história por si só não tem nem pé nem cabeça. Há a tentativa de criar um suspense em relação aos acontecimentos sobrenaturais, mas Richelle se enrola tanto entre as indas e vindas dos personagens, que mais questões vão se avolumando e poucas respostas vão sendo dadas. Por se tratar de uma história contada sob o ponto de vista de um servidor público que é descrito como sagaz e uma supersoldada que é o destaque de sua ordem, os acontecimentos são no mínimo frustrantes. Me vi várias vezes gritando com os dois, já que as evidências - e as soluções - de todos seus problemas estavam BEM ALI, em suas faces! Justin inclusive briga muito com seu lado sobrenatural e tem sérias dúvidas do que o "persegue" e o quer como seguidor. Pois bem, Justin, servidor público sagaz! Bastava jogar as características da entidade no Google, que ele te contava tudo! (sim, eu fiz isso!) Mari: A princípio (leia-se 11% de leitura), a tensão sexual entre Mae e Justin é perfeita! Quem conhece um pouco a narrativa da Richelle, sabe que ela não poupa palavras para essas características, mas depois de um certo tempo, a autora só conseguia escrever sobre os templos (BORING), esqueceu a investigação e nem lembrava que seus personagens deveriam sentir atração um pelo outro. Até que chegou os 51% e eu pensei: Yay! A Richelle que eu conheço voltou \\o// Mas pouco tempo depois... - Oi, alguém viu uma das minhas autoras preferidas por aí? Vale a pena, meninas? Alba: Não! O livro é enfadonho, enrolado, não passa nenhuma verossimilhança e a leitura se arrasta durante boa parte das 464 páginas! O sentimento durante todo tempo era "que horas que isso acaba?". Não esperava me sentir assim com uma obra da Richelle. Não recomendo a leitura. Mari: Então... EU não gostei muito da leitura, foi bem morosa, frustrante e confesso que se não fosse uma autora que eu já conheço e acreditasse piamente que ela acabaria por me surpreender, teria abandonado a leitura... É... Muito triste isso... Em todo caso, eu acho que você deveria ler, tirar suas próprias conclusões e depois vir me contar onde foi que eu me perdi no meio dessa bagunça toda. Citação: They were each other’s undoing. Alba avaliou com 2 Estrelas. Mari avaliou com 2,5 Estrelas. Link: http://www.psychobooks.com.br/2013/04/resenha-dupla-gameboard-of-the-gods.html
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