Uma de suas últimas obras, o Sertanejo não apenas traz os pontos altos do Romantismo como estilo rebuscado e a figura idealizada da mulher, mas apresenta alguns novos pontos como uma fala mais próxima da população que tenta retratar - no caso, os sertanejos cearenses. Obviamente, o autor é bem sucedido até certo ponto. Alencar sendo Alencar só se permite ir até certo ponto. Não entenda isso como uma crítica, para aqueles que gostam do período, são páginas e mais páginas de descrições que não ficam nada a dever nesse difícil ofício de criar uma imagem na cabeça do leitor. Arnaldo e Flor são personagens mais interessantes do que os já afamados Peri e Ceci. São mais falhos por assim dizer, mais reais, o que torna seu romance mais crível e com um final mais condizente. Recomendo.









