Desde a constituição de bibliotecas da Antiguidade Clássica até a invenção e a fabricação do papel pelos chineses, o homem tem lançado mão dos mais diversos suportes para registro dos acontecimentos, das impressões e, especialmente, para o suprimento das suas necessidades cotidianas de aprendizado e de uso da palavra escrita. Neste livro, Lucia Helena Maroto tece um relato crítico sobre o surgimento e a atuação das bibliotecas brasileiras no decorrer dos tempos e apresenta iniciativas de promoção da leitura e da valorização da biblioteca desenvolvidas em diversas cidades do País. Para que a biblioteca tenha um lugar de destaque no espaço escolar, alguns aspectos relacionados ao desenvolvimento de serviços bibliotecários são abordados e discutidos, entre eles: a transformação da biblioteca num espaço democrático de acesso crítico à leitura e ao conhecimento, onde o leitor se sinta artífice da sua própria aprendizagem, seduzido e livre para usufruir das fontes e dos mundos ali inscritos, e o estabelecimento de propostas inovadoras de dinamização e incentivo à leitura e à pesquisa. É isso que a autora apresenta nesta obra, fundamental para se pensar a biblioteca escolar no Brasil de hoje e, consequentemente, a escola pública que se constitui, muitas vezes, na primeira oportunidade concreta de acesso aos bens culturais e científicos produzidos pela coletividade.
Biblioteca escolar, eis a questão! - Do espaço do castigo ao centro do fazer educativo
Lucia Helena Maroto
Autêntica
2009
151 páginas
5h 2m
ISBN-13: 9788575264355
Português Brasileiro
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