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    Poesia russa moderna - Nova antologia

    Augusto de Campos

    Perspectiva
    2001
    434 páginas
    14h 28m
    ISBN-11: 8527302799_
    Português Brasileiro
    4.5
    74 avaliações
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    Favoritos4Desejados101Avaliaram74

    A Poesia russa moderna é uma antologia clássica, que traz ao leitor brasileiro, sob a forma de traduções criativas , a palavra e o som da poesia russa, na especialidade de seus jogos verbais, métricos e musicais, cobrindo um arco temporal que vai do Simbolismo até as tendências modernas e contemporâneas. Trata-se de uma antologia fundamental, e já clássica, que traz ao leitor brasileiro, sob a forma de traduções criativas magistralmente elaboradas, a palavra e o som da poesia russa, na especificidade de seus jogos verbais, métricos e musicais, cobrindo significativamente um arco temporal que vai do Simbolismo até as tendências modernas e contemporâneas. Elogiada por eslavistas do porte de Roman Jakobson e Angelo Maria Rippelino, consagrada pela crítica literária nacional, a presente coletânea, provida ainda de análises críticas e pertinentes comentários, passa a integrar sob o número 33 a coleção Signos, dirigida por Haroldo de Campos, sob a chancela desta editora.

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    Josué da Silva Brito picture
    Josué da Silva Brito15/04/2018Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    A poesia russa moderna: um portal para o místico

    Quando morrem, os cavalos – respiram Quando morrem, as ervas – secam Quando morrem, os sóis – se apagam Quando morrem, os homens – cantam (O cavalo de prjeválski de Velimir Khlébnikov) Sempre que ouvira a expressão poesia russa, sentia certo misticismo passar pela minha alma e imaginava uma casta de poetas inatingíveis que eternizaram um mundo que hoje a nós só pode ser acessível pela memória, pelas artes e pelo labor dos mais brilhantes escritores do século XIX. Uma das possibilidades de se atingir esse mundo de poesias que falavam pela palavra e pela forma é a brilhante antologia de poesia russa moderna produzida pelo saudoso professor e tradutor Boris Solomonovitch Schnaiderman em companhia dos poetas e tradutores Haroldo e Augusto Campos. Esta antologia é resultado de um processo sério e eficaz de pesquisa acadêmica. Ela é o resultado mais consistente de se aproximar leitores ocidentais da gutural e visceral poesia russa que viveu a revolução, a morte de Lenin, a ascensão de Stálin, a repressão contra vários literários, a queda de Stálin e uma nova União Soviética até o seu fim. São visíveis nos textos os objetivos libertários e autênticos de cada um dos poetas. Há o sentimento de se fazer pela poesia e se fazer pela Rússia, sendo servidores da revolução. Não se ausentou na antologia nenhum grande poeta, mesmo os mais desconhecidos para o resto do mundo. A antologia também foi sincera e eficiente em homenagear grandes poetas como Vladimir Maiakovski. É dever de todos os poetas minimamente estudiosos lerem esta antologia. Ela é a abertura a um mundo poético e artístico admirável. Deste, após se adentrar, não há partida. O único caminho é o desenvolver literário. Josué da Silva Brito

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    Augusto de Campos

    Augusto Luís Browne de Campos (São Paulo, 14 de fevereiro de 1931) é um poeta, tradutor e ensaísta brasileiro. Estreou em 1951 com o livro "Rei Menos o Reino", quando ainda era estudante da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo. É um dos criadores da Poesia Concreta, junto com seu irmão, Haroldo de Campos, e Décio Pignatari, que ao romperem com o Clube de Poesia, lançaram a revista Noigandres.

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    30 Seguidores

    Augusto de Campos