Guilherme Fiuza usa de sua verve sarcástica, irônica em suas crônicas para retratar os quatro anos do mandato da presidente Dilma Rousseff. E não poderia ser de outro modo – pois a realidade encontrada no governo do PT junto à presidente - com muito populismo, corrupção, fisiologismo – parece ter saído de um livro de ficção, como o próprio livro sugere.
A começar com o populismo, com a luta de classes que eles praticam (colocar o pobre contra o rico). Isso sempre ocorre nos discursos da época de Lula e agora, mais atualmente, de Dilma. A famosa estratégia consolida-se: dividir para conquistar. Eles não querem unir o Brasil para formar uma nação, mas criar ódio entre as pessoas – para darem a “solução”.
O governo joga sujo contra as políticas de FHC – pois o PT com sua estratégia de sorrateiros não dizem à verdade que a economia da gestão de Lula estava mais favorável, primeiramente, pela estabilidade da moeda (plano real) e muitas privatizações que pipocaram na gestão de FHC. No entanto o PT afirma que o pobre conseguiu ter mais acesso a telefonia, não por causa da privatização, mas por ter mais renda. Contradições, portanto, muito explícitas para enganar incautos.
O aparelhamento do estado é a grande estratégia petista: aparelhar as “instituições democráticas” para benefício próprio. Á exemplo da compra dos parlamentares no congresso nacional na época de Lula, o vulgo “mensalão” .E agora o STF está aparelhado na mão da companheirada - petistas como os ministros Ricardo Lewandowski e Dias Toffoli. Ou seja: amigos julgando amigos.
O controle da mídia é uma grande bandeira petista. Eles precisam de qualquer jeito controlar a imprensa, a internet (a neutralidade da rede) – pois se não fizerem isso a “mídia golpista” vai falar as verdades ocorridas nas entranhas do governo, e isso não pode ser revelado à população. É preciso, portanto, a supressão dos “meios burgueses”.
Daria para falar por muito tempo da companheirada que usa as classes menos favorecidas para se perpetuar no poder, o plano do PT é apenas esse . E a ajuda a estas classes são deixá-las cada vez mais dependentes do estado. Com isso em curso, o aparelhamento do estado, corrupção, o velho patrimonialismo são alçados aos borbotões. Mas tudo isso tem uma causa nobre: a dos pobres, do operariado!