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    Não É A Mamãe - Para entender a era Dilma

    Guilherme Fiuza

    Record
    2014
    384 páginas
    12h 48m
    ISBN-13: 9788501052728
    Português Brasileiro
    4
    82 avaliações
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    Favoritos8Desejados163Avaliaram82

    Reunião de crônicas publicadas em O Globo e na revista Época, entre 2010 e 2014, nas quais Guilherme Fiuza repercute e opina sobre a gestão de Dilma Rousseff como presidente da República. Com rara capacidade de observação, humor singular e escrita leve e atraente, o autor reúne textos de cujo conjunto se extrai retrato definitivo – cômico e perplexo – do Brasil em que vivemos.

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    Resenhas (9)Ver mais
    Rafael Delsin picture
    Rafael Delsin20/01/2015Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    Os absurdos da era Dilma parecem ter saído de um livro de ficção.

    Guilherme Fiuza usa de sua verve sarcástica, irônica em suas crônicas para retratar os quatro anos do mandato da presidente Dilma Rousseff. E não poderia ser de outro modo – pois a realidade encontrada no governo do PT junto à presidente - com muito populismo, corrupção, fisiologismo – parece ter saído de um livro de ficção, como o próprio livro sugere. A começar com o populismo, com a luta de classes que eles praticam (colocar o pobre contra o rico). Isso sempre ocorre nos discursos da época de Lula e agora, mais atualmente, de Dilma. A famosa estratégia consolida-se: dividir para conquistar. Eles não querem unir o Brasil para formar uma nação, mas criar ódio entre as pessoas – para darem a “solução”. O governo joga sujo contra as políticas de FHC – pois o PT com sua estratégia de sorrateiros não dizem à verdade que a economia da gestão de Lula estava mais favorável, primeiramente, pela estabilidade da moeda (plano real) e muitas privatizações que pipocaram na gestão de FHC. No entanto o PT afirma que o pobre conseguiu ter mais acesso a telefonia, não por causa da privatização, mas por ter mais renda. Contradições, portanto, muito explícitas para enganar incautos. O aparelhamento do estado é a grande estratégia petista: aparelhar as “instituições democráticas” para benefício próprio. Á exemplo da compra dos parlamentares no congresso nacional na época de Lula, o vulgo “mensalão” .E agora o STF está aparelhado na mão da companheirada - petistas como os ministros Ricardo Lewandowski e Dias Toffoli. Ou seja: amigos julgando amigos. O controle da mídia é uma grande bandeira petista. Eles precisam de qualquer jeito controlar a imprensa, a internet (a neutralidade da rede) – pois se não fizerem isso a “mídia golpista” vai falar as verdades ocorridas nas entranhas do governo, e isso não pode ser revelado à população. É preciso, portanto, a supressão dos “meios burgueses”. Daria para falar por muito tempo da companheirada que usa as classes menos favorecidas para se perpetuar no poder, o plano do PT é apenas esse . E a ajuda a estas classes são deixá-las cada vez mais dependentes do estado. Com isso em curso, o aparelhamento do estado, corrupção, o velho patrimonialismo são alçados aos borbotões. Mas tudo isso tem uma causa nobre: a dos pobres, do operariado!

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    Guilherme Fiuza profile picture

    Guilherme Fiuza

    É um jornalista e escritor brasileiro. Iniciou a carreira em 1987, no Jornal do Brasil. Entre outras redações, trabalhou também em O Globo, do qual é hoje articulista. Escreve também sobre política para a revista Época. Na carreira literária, se destacou com o livro Meu nome não é Johnny, que trata da história real de João Estrella, um jovem de classe média alta do Rio de Janeiro que se torna traficante internacional de cocaína nos anos 1990. O livro recebeu uma adaptação para o cinema, protagonizada por Selton Mello (que interpreta João Estrella) e se tornou a maior bilheteria do cinema nacional em 2008. Com Mauro Lima (diretor do filme) e Mariza Leão (produtora), Guilherme Fiuza levou em 2009 o Grande Prêmio do Cinema Brasileiro na categoria Melhor Roteiro Adaptado.

    12 Livros
    21 Seguidores
    Rio de Janeiro, Brasil

    Guilherme Fiuza