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    Daniel Deronda -

    George Eliot

    Penguin
    1996
    896 páginas
    1d 5h 52m
    ISBN-13: 9780140434279
    4.3
    2 avaliações
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    As Daniel Deronda opens, Gwendolen Harleth is poised at the roulette-table, prepared to throw away her family fortune. She is observed by Daniel Deronda, a young man groomed in the finest tradition of the English upper-classes. And while Gwendolen loses everything and becomes trapped in an oppressive marriage, Deronda's fortunes take a different turn. After a dramatic encounter with the young Jewish woman Mirah, he becomes involved in a search for her lost family and finds himself drawn into ever-deeper sympathies with Jewish aspirations and identity. 'I meant everything in the book to be related to everything else', wrote George Eliot of her last and most ambitious novel, and in weaving her plot strands together she created a bold and richly textured picture of British society and the Jewish experience within it.

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    Mary Anne Evans  profile picture

    Mary Anne Evans

    George Eliot, pseudônimo de Mary Ann Evans, foi uma novelista autodidata britânica. Usava um nom de plume masculino para que seus trabalhos fossem levados a sério. À época, outras autoras publicavam trabalhos sob seus verdadeiros nomes, mas Eliot queria escapar de estereótipos que ditavam que mulheres só escreviam romances leves. Outro fator que pode ter levado Eliot a usar um pseudônimo masculino era o desejo de preservar sua vida íntima, sobretudo seu relacionamento com George Henry Lewes, um homem casado, com quem viveu por mais de vinte anos. Seu primeiro trabalho literário, de 1844, foi a tradução da Vida de Jesus de David Strauss. O tema principal dos seus romances, como em Silas Marner, é a vida das pessoas simples, que retrata, com uma sensibilidade reconhecida por várias gerações de leitores, os conflitos do ser humano tais quais a angústia, o desespero e a busca da razão da vida. Desenvolveu o método da análise psicológico característico da ficção moderna. Sua obra Middlemarch (1872) é considerada um dos maiores romances do século XIX. Segundo Virginia Woolf, em um artigo em tributo à escritora, este é "um dos poucos romances ingleses escritos para gente grande". Foi sepultada no Cemitério de Highgate, Grande Londres na Inglaterra.

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    Nuneaton, Inglaterra

    Mary Anne Evans