Este Martim Fera é, como os clássicos medievais que representam a suprema fonte de inspiração e artifício, e os versos dos menestréis desdentados que cantam nas feiras de meu Nordeste nativo, um poema maravilha e mal-dizer. Lêdo Ivo
Este Martim Fera é, como os clássicos medievais que representam a suprema fonte de inspiração e artifício, e os versos dos menestréis desdentados que cantam nas feiras de meu Nordeste nativo, um poema maravilha e mal-dizer. Lêdo Ivo

É bacharel e licenciado em Letras pela UFRGS, doutor em Letras e Livre-Docente pela PUCRS, doutor em Letras e Livre-Docente pela UFRGS, professor Titular da UFRGS e pós-Doutorado na USP. Atuou nos cursos de Literatura Grega, Literatura Brasileira, Teoria da Literatura e Filosofia Antiga na UFRGS e em várias outras universidades, em níveis de graduação e de pós-graduação, além de proferir conferências em universidades nacionais e estrangeiras. É ensaista, tradutor, ficcionista e poeta. Recebeu o prêmio de melhor tradução em 2003, da Associação Paulista de Críticos de Arte, por Finnegans Wake, de James Joyce.