Marion Zimmer Bradley escreve uma obra em que a história varia entre o bom e o honesto. Bom porque seu protagonista (Bard) que aliás é um dos poucos protagonistas homens da autora, é terrívelmente neurótico, cria situações que só existem em sua cabeça e vai se afundando cada vez mais em sua vida. Honesto porque a autora escreve como de costume, a Ilha do Silêncio é simplesmente a ilha de Avalon, isso é o que há de mais palpável para quem conhece a obra de Marion, mas neste livro específico existem outras "coincidências" com outras obras da autora. Nem bom, nem mal, soa apenas como nostálgico.
"Dois para conquistar" deve ser lido nas férias, é para relaxar e se transportar para as Astúrias.