Gostei da forma que o autor expôs o problema de vivermos uma vida corrida, usando como exemplo sua própria experiência pessoal.
Basicamente ele fala que preenchemos nossa existência com ocupações em parte por necessidade e em parte para fugirmos do sentimento de vazio e de inutilidade, além de outros motivos como dificuldade para falar não, preocupação em agradar os outros, para provar nossa capacidade e para ganhar dinheiro e adquirir posses.
Fala também que viver a vida em modo acelerado, além de nos privar de viver intensamente cada momento, também nos coloca em uma série de riscos, já que não temos tempo para avaliá-los de forma adequada.
Ele faz um paralelo desses pontos com algumas passagens bíblicas e nem em tudo eu consegui enxergar uma relação. Por fim, ele diz que em alguns momentos a super ocupação é inevitável, só temos que garantir que estamos nos ocupando das coisas certas e da maneira certa.
Recomendo a leitura.