Está provado. Os efeitos medicinais da maconha beneficiam pacientes de câncer, Aids, glaucoma e esclerose múltipla. Mas os médicos do mundo inteiro se vêem num dilema crucial. Como receitar um remédio que é proibido? Este ano, o debate ganhou peso na comunidade científica internacional e, por isso, a SUPER traz até você esta reportagem.
Superinteressante N° 338 (Outubro de 2014) - Maconha Medicinal
Editora Abril
Outubro de 2014
"Maconha medicinal" A abordagem é envolta em polêmicas e requer informações precisas para a criticidade e posicionamentos assertivos,. Entre os principais pontos, a percepção do potencial no uso medicinal, que tem se revelado promissor em certas enfermidades, não necessariamente cura, mas como agente de atenuação, alívio ou retardo no desenvolvimento da doença e seus efeitos lesivos. Outro ponto é que não está correlacionada ao "uso de entretenimento", mas à produção de fármacos testados, de ganho terapêutico comprovado e promissores. Em alguns casos são ate fundamentais para a continuidade da vida. Até então pensava que o uso seria apenas em enfermidades relacionadas à degeneração crônica do sistema nervoso (como Parkinson, Alzheimer ou perda de movimentos), mas o uso terapêutico é amplo em distúrbios correlacionados à nutrição, sono, diabetes, entre outras consequências de algumas doenças. Em face dos ganhos, qual a polêmica? No contexto da revista, está na falta de regulação precisa das substâncias promissoras (como canabidiol) que acabam misturando-se à legislação antidrogas de nosso país. Interessante também o gráfico com o mecanismo de ação dos tais fármacos no sistema nervoso. Consultando a net vi que existiram avanços nessa diferenciação e ano passado certas normas foram regulamentadas, principalmente no trato com crianças, o que foram avanços ao recorte da edição. Em devaneios pessoais, fora da abordagem, creio (como leigo) que uma das regulamentações que precisa de refinamentos é a obtenção dos insumos para os fármacos, porque falar de remédio é uma coisa, agora plantio de maconha é outra, o que então precisa de regulamentação, fiscalização e esclarecimentos junto à população para evitar confusão e contravenção. Será maluquice e estou pra lá de fora da realidade da reportagem... Talvez, são devaneios, confusões e bobagens de um leigo. Por aí a reportagem. A Super poderia atualizar o assunto numa nova edição. "O submarino nazista no Brasil" Sobre a descoberta do U-513 na costa de Santa Catarina, mostrado como o único submarino nazista, dos que foram abatidos, localizados no país. Segundo o texto, no contexto da guerra a Alemanha enviou cerca de 25 submarinos que tocaram o terror nessas bandas, com mais de 36 embarcações atingidas e mais de mil mortes. Destes, 10 foram abatidos pelos EUA, que também abateu um italiano. Só o U-513 foi localizado e a reportagem é sobre ele, com curiosidades e historia. Uma das frustrações para os estudiosos é que a Marinha não autorizou mexer nos destroços (não sei como é hoje, mas na época foi assim). E os outros? Existem cogitações, mas nada das localizações. Acho que tem na costa amapaense ou próximo dela também... "As próximas epidemias" Perspectivas segundo a realidade do contexto. Acertaram em supervírus criado em laboratório, com potencial pandêmico rápido. Sabe da maior, tudo culpa da corrupção dos homens, em criar esses vilões com intuito de arma biológica e serem relapsos no trato. Maldição chama maldição. Essas e outras na edição;
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