Ao macho foi ORDENADO por DEUS que governe, exerça autoridade e o não cumprimento disso acarretará em omissão e rebeldia. Contudo, o que vê-se nesse mundo caído é uma distorção dessas premissas: ou temos homens frouxos, fracos e inúteis ou vemos tiranos, "redpillados" (que nada mais é do que "feminismo do homem amargurado" pela vida"). A Noiva de Cristo não precisa de nem um desses modelos.
Esse livro debruça-se sobre aquilo que a Bíblia ordena e direciona a macho em 3 áreas de extrema importância na masculinidade bíblica: masculinidade, liderança e decisões. Tendo Cristo como modelo imutável, ovelha marcada para o matadouro, servo humilde que se gastou e deixou gastar, vemos que ser tal homem bíblico exige uma vivência tal que mero ato de pagar contas não é passa do mínimo tolerável.
O macho foi feito para se desgastar, se sacrificar para que a sociedade, a Igreja e sua família venham colher os frutos do penosos trabalho. Essa verdade estrondosa vai na contramão de tudo que a modernidade diz por afirmar que o macho deve ter prazer, descanso e vontades excessivamente concedidas.
Em analogia ao livro de Josué, no capítulo 1 Deus diz ao líder de Israel ser forte e corajoso para conquistar Canaã (v.6). Mas, ao se referir ao cumprimento da lei, Josué deveria ser forte e MUI corajoso (v.7). O advérbio de intensidade não está aí por acidente.
O ser humano tem uma presunção grande para conquistar algo. Mas tem que ter muito peito para querer viver os mandamentos bíblicos como ter quantos filhos Deus enviar num momento da História que os crentes usam e defendem métodos contraceptivos com argumentos de abortistas.
Dois pontos preciso salientar na obea: nos capítulos 5 e 6 houve repetição gritante de temas e de bibliografia (literalmente "copia e cola"). Os apêndices poderiam ser três pois creio que o primeiro deveria ser um capítulo da obra).