A monster lurks in the house next to the ancient ruins of Cumae where, in 427 BC, a young girl was chosen by the gods to become the Sibyl--oracle of the Greco-Roman people that enhabited the area. Though she lived to fulfill her mission, it is written that the chain of oracles, passing from one young girl to another, will continue forever. Now, American author David Jeffrey is killed along with his teenage daughter, Angelica, when a fire breaks out in their Naples, Italy, home. When Davids brother, Jake, decides to leave Michigan with his family to visit his brothers widow, Jennifer, strange things begin to happen in the modeled, castle-like home near the ancient ruins of Cumae.
The Oracle -
Michael Sedge
Uma ótima premissa, mas...
Quando requisitei este título, eu esperava algo diferente. Esperava uma ficção moderna, ágil, com uma base mitológica forte. Pensando assim, eu estava parcialmente certa. Devo admitir que o livro possui pontos realmente bons. A mitologia cumpriu sua parte, e o tom da narrativa – de alguma forma, coberto em mistério – manterá o leitor virando as páginas. O autor também teve uma ótima sacada de colocar ganchos bastante sutis, que funcionam perfeitamente para aguçar a curiosidade do leitor sem fazê-lo sentir obrigado a continuar. É como se ele estivesse te dando uma dica de que algo se aproxima, quase como se você tivesse o poder de decisão quando, na verdade, você simplesmente PRECISA continuar. Ter a Itália como cenário foi, sem dúvidas, a melhor parte! Foi divertido e quase tudo funcionou bem a partir desse ponto. Então, se eu não gostei tanto assim, provavelmente foi por questão de gosto mesmo. A narrativa é bastante detalhada e pode seguir a fio... O que é bom para localizar o leitor, mas às vezes pode ser demais, e eu acabava divagando um pouco. Eu realmente acredito que algumas dessas partes descritivas poderiam ser reduzidas, de modo a deixar a história mais dinâmica e fluida. Outro problema, para mim, foram as cenas de sexo. Meus limites com plots que envolvam o assunto são bastante complicados. Não é puritanismo, eu simplesmente me sinto incomodada quando isso tira o foco de outros aspectos importantes. Aqui, quando as cenas começavam a se estender demais, eu começava a me perguntar se aquilo realmente era necessário – especialmente porque quando tais cenas acabam, elas desaparecem por um longo tempo. Apesar de os personagens serem interessantes, nenhum deles conseguiu ganhar totalmente a minha simpatia ou atenção. Eles têm profundidade o suficiente, o que eu sempre valorizo bastante, mas algo – e me incomoda que eu não saiba dizer exatamente o quê – ficou faltando. Eles têm seus traumas, suas falhas e alegrias, mas ainda ficaram devendo verossimilhança, de alguma maneira. O fato de eu não ter amado o livro não significa que ele é ruim, apenas que não é para mim ou que eu não estava no momento/período certo para lê-lo. Contudo, eu conheço pessoas que gostariam muito mais da história e ainda recomendaria para elas. Da mesma forma, estou ansiosa para ler mais do autor (que já entrou em contato comigo – Obrigada, sr. Sedge! –, para falar sobre seu próximo livro), na esperança de que estarei em um ponto da minha vida de leitora onde poderei apreciá-lo melhor.
Estatísticas
Avaliações
3 / 1- 5 estrelas0%
- 4 estrelas0%
- 3 estrelas100%
- 2 estrelas0%
- 1 estrelas0%
