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    Os Três Mosqueteiros - adaptado por Bruce Buchanan

    Alexandre Dumas

    Farol Literário
    2014
    104 páginas
    3h 28m
    ISBN-13: 9788582770054
    Português Brasileiro
    3.7
    40 avaliações
    Leram55Lendo2Querem13Relendo0Abandonos0Resenhas1
    Favoritos2Desejados13Avaliaram40

    O jovem D´Artagnan tem apenas uma ambição: ser um dos Mosqueteiros do Rei. Com esse sonho, ele chega a Paris. Monsieur de Tréville o torna membro da Guarda do Rei, e promete que, se ele provar seu valor, poderá tornar-se um Mosqueteiro no futuro. Em Paris, D´Artagnan se torna amigo de Athos, Porthos e Aramis, os Três Mosqueteiros, e também se apaixona pela bela Constance Bonancieux, empregada da Rainha Ana. Mas ele nem faz ideia de que em breve a Rainha estará em apuros com seu marido, o Rei Luís XIII, por causa de seu amante secreto. Com Constance implorando-lhe ajuda, e o Cardeal e seus homens a persegui-lo, D´Artagnan vai ser capaz de salvar a honra da Rainha? E ele conseguirá realizar o sonho de ser um dos Mosqueteiros?

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    Verônica C. I. picture
    Verônica C. I.15/10/2015Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Eu adoro ler HQs. Talvez não de forma tão assídua quanto algumas pessoas, que são verdadeiros apreciadores e colecionadores, mas de vez em quando, me divirto muito ao me sentar e devorar em uma tarde uma história cuidadosamente ilustrada. Principalmente quando ela traz um clássico e que há tanto tempo quero ler. É o que acontece com os livros do Alexandre Dumas. Os Três Mosqueteiros é um dos clássicos que há muito tempo desejo conferir, especialmente depois de ter me deparado com algumas adaptações cinematográficas e para a TV também. Minha decisão de começar pela HQ e não pelo livro em si foi puramente visual; quando soube que seria lançada pela editora Farol, fiquei encantada com a delicadeza e simplicidade dos traços. A leitura é fluida e bem rápida, indicada principalmente para o público mais jovem. Penso que a escrita de Dumas seja muito mais intensa e sombria, mas nesta edição temos o que acredito ser apenas algumas aventuras de Athos, Porthos, Aramis e D'Artagnan em uma versão prática e bem dinâmica. Das versões que já tive a oportunidade de conferir, as várias maneiras como D'Artagnan encontra-se com os três mosqueteiros e como, eventualmente, eles vão se aproximando é sempre muito divertido. Adoro imergir na França de Luís XIII e sua esposa, a rainha Ana; o cardeal Richelieu e as intrigas monárquicas que sempre colocam os mosqueteiros na linha de ação para defender o seu país. Um ponto que sempre chama muito a minha atenção em edições ilustradas são as expressões atribuídas aos personagens em determinados momentos. Para mim, deixa a leitura ainda mais divertida. E nessa edição super caprichada da Farol não poderia ter sido diferente. Deixou um gostinho de quero mais, uma grande admiração e curiosidade pelo trabalho integral de Alexandre Dumas, o qual não devo mais demorar tanto a conferir plenamente. Leitura altamente indicada a leitores de todas as idades, sejam jovens ou adultos, a leitura é válida e garantia de um ótimo passatempo. Especialmente para aqueles dias em que precisamos de uma história que seja fácil e ainda agregue o elemento visual na experiência.

    1 curtida

    Estatísticas

    Avaliações

    3.7 / 40
    • 5 estrelas23%
    • 4 estrelas30%
    • 3 estrelas33%
    • 2 estrelas15%
    • 1 estrelas0%
    Dumas Davy de la Pailleterie profile picture

    Dumas Davy de la Pailleterie

    Alexandre Dumas, pai - foi um romancista francês. Seu nome de batismo era Dumas Davy de la Pailleterie. Nasceu na região de Aisne, próximo a Paris. Era neto do marquês Antoine-Alexandre Davy de la Pailleterie e de uma escrava (ou liberta, não se sabe ao certo) negra, Marie Césette Dumas. Seu pai foi o General Dumas, grande figura militar de sua época. Enquanto trabalhava em Paris, Dumas começou a escrever artigos para revistas e também peças para teatro. Em 1829 foi produzida sua primeira peça, Henrique III e sua Corte, alcançando sucesso de público. No ano seguinte, sua segunda peça, Christine, também obteve popularidade. Como resultado, tornou-se financeiramente capaz de trabalhar como escritor em tempo integral. Entretanto, em 1830, participou da revolução que depôs o rei Carlos X de França e substituiu-o no trono pelo ex-patrão de Dumas, o Duque d'Orléans, que governaria com o nome de Luís Filipe de França, alcunhado de Rei Cidadão. Até meados da década de 1830, a vida na França permaneceu agitada, com tumultos esporádicos em busca de mudanças promovidos por republicanos frustrados e trabalhadores urbanos empobrecidos. À medida que a vida retornava lentamente à normalidade, o país começou a se industrializar e, com uma economia em crescimento combinada com o fim da censura à imprensa, a vida recompensou as habilidades de escritor de Alexandre Dumas. Após escrever mais algumas peças de sucesso, passou a se dedicar aos romances. Apesar de ter um estilo de vida extravagante e sempre gastar mais do que ganhava, Dumas provou ser um divulgador astuto. Com a alta demanda dos jornais por romances seriados, em 1838 simplesmente reescreveu uma de suas peças para criar sua primeira série em romance. Intitulada "O Capitão Paulo" (em francês Le Capitaine Paul) levou-o a criar um estúdio de produção que lançou centenas de histórias, todas sujeitas à sua apreciação pessoal. Em 1840, casou-se com uma atriz, Ida Ferrier, mas continuou a manter seus casos com outras mulheres, sendo pai de pelo menos três filhos fora do casamento. Um desses filhos, que recebeu o seu nome, seguiria seus passos na carreira de novelista e escritor de peças teatrais. Por causa do mesmo nome e da mesma profissão, para distinguir um do outro, um é chamado Alexandre Dumas pai (Alexandre Dumas, père) e o outro Alexandre Dumas, filho (em francês, Alexandre Dumas, fils).

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    Picardia, França

    Dumas Davy de la Pailleterie