Entrar
    Book cover
    Compartilhar
    Editar
    • Sinopse
    • Edições5
    • Vídeos0
    • Grupos0
    • Resenhas119
    • Leitores4134
    • Similares1
    Skoob logo

    Saiba mais

    Quem somosTermos de usoFale conoscoCentral de ajudaPrivacidade

    Fique por dentro

    Livros em destaque

    Explore

    LivrosAutoresEditorasLeitoresCortesias

    Siga nas redes sociais

    Baixe o app

    Google PlayApp Store

    O homem que ri -

    Victor Hugo

    Estação Liberdade
    2014
    712 páginas
    23h 44m
    ISBN-13: 9788574482330
    Português Brasileiro
    4.4
    591 avaliações
    Leram771Lendo184Querem3126Relendo2Abandonos51Resenhas119
    Favoritos15Desejados3126Avaliaram591

    Da vasta e impressionante produção literária do francês Victor Hugo, são muitas as obras que perduraram para sempre como clássicos mundiais, casos, por exemplo, de O último dia de um condenado (1829) e Notre-Dame de Paris (1831) — ambos também publicados pela Estação Liberdade. A mesma casa apresenta agora aos leitores brasileiros O homem que ri, monumental romance publicado originalmente em 1869, que chega para preencher uma importante lacuna de mercado, uma vez que se trata da primeira tradução da obra no Brasil. Nome luminoso do romantismo francês, Victor Hugo evidencia em O homem que ri os paradoxos que conferem a seus personagens sua mais verossímil humanidade: a violência e a ternura, o horror e o sublime, a humilhação e a dignidade, em meio ao tradicional cenário social que opõe a aristocracia opressora e a plebe oprimida, na Inglaterra dos séculos XVII e XVIII. O “Homem que ri” é como passará a ser chamado o personagem Gwynplaine. Por ser filho de um inimigo político do rei, ele fora entregue ainda pequeno aos comprachicos, uma trupe de figuras hediondas que faziam do crime uma indústria, ao deformar crianças para explorá-las em atrações de freak show. No caso de Gwynplaine, ele teve os cantos da boca “estendidos”, como se passasse a carregar no semblante um sorriso permanente. Abandonado depois pelos próprios comprachicos, Gwynplaine se vê vagando sozinho pelo mundo até deparar-se com Dea, uma criança cega e igualmente perdida, que perdera a mãe, vítima do inverno congelante. Ambos, Gwynplaine e Dea, são acolhidos pelo velho Ursus, um artista saltimbanco, de coração generoso. Os três se tornam uma espécie de família, e passam a ganhar a vida apresentando-se em espetáculos populares. Nessa cruzada, eles enfrentam uma série de dramas e provações, incluindo aí o amor que Gwynplaine, ao longo do tempo, começa a nutrir por Dea. Mas tal sentimento gera nele um conflito interno, imaginando que tal relação amorosa signifique beneficiar-se da incapacidade dela de enxergar nele a aparência grotesca que ostenta. Quando a realeza descobre que aquela verdadeira aberração humana é, na verdade, um lorde, novas consequências folhetinescas se sucedem, fazendo movimentar a engrenagem dos jogos de interesse que envolvem a aristocracia britânica. Até então sempre repelido, o “Homem que ri” passa a ser curiosamente assediado, envolvendo-se então numa jornada catártica e epifânica.

    Edições (5)

    Ver mais
    • book cover
    • book cover
    • book cover
    • book cover
    • book cover

    Similares (1)

    Ver mais
    • book cover
    Resenhas (119)Ver mais
    Aith er picture
    Aith er22/05/2024Resenhou um livro
    4.5 (Muito bom)

    O sorriso que esconde a dor do trauma

    Para aqueles que não sabem a historia por trás : O romance foi escrito durante um período em que Victor Hugo estava exilado da França devido à sua oposição ao regime de Napoleão III. Durante seu exílio, Hugo se dedicou a escrever obras que explorassem as questões sociais e políticas de sua época. "O Homem que Ri" é uma expressão literária de suas preocupações com a desigualdade, a crueldade e a exploração. Crianças sendo machucadas por puro prazer e pela mentalidade obscura vinda pelos adultos. Cada detalhe do livro simboliza uma mensagem filosófica com seu simbolismo. A cicatriz eterna no rosto de Gwynplaine, que tem um sorriso esculpido em seu rosto, simboliza a deformidade moral da sociedade principalmente os ricos da época. A história destaca a diferença entre as classes sociais e critica a aristocracia corrupta que explora e oprime os menos favorecidos e miseráveis. Além disso, "O Homem que Ri" também aborda temas mais relacionados à busca pela verdadeira beleza interior e à resistência aos estereótipos superficiais. A obra reflete a visão humanista de Hugo, enfatizando a importância da compaixão, empatia e justiça na sociedade. Em resumo, "O Homem que Ri" é uma obra que reflete o engajamento social e político de Victor Hugo, abordando as injustiças de sua época e promovendo a reflexão sobre a natureza humana e a sociedade. Sendo a prova mais clara de que o riso nem sempre é Alegria, podendo representar até a mascara da mentalidade monstruosa da humanidade.

    83 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    4.4 / 591
    • 5 estrelas43%
    • 4 estrelas43%
    • 3 estrelas11%
    • 2 estrelas2%
    • 1 estrelas1%
    Victor-Marie Hugo profile picture

    Victor-Marie Hugo

    Poeta, dramaturgo e romancista, Victor Hugo é um dos mais importantes escritores franceses do período romântico. Terceiro filho de um major que, mais tarde, se tornaria um general do exército napoleônico, Victor Hugo passou a sua infância entre Paris, Nápoles e Madrid, consoante as viagens do pai. Em 1821, ano do seu casamento com uma amiga de infância, Adèle Foucher, publicou o seu primeiro livro de poemas, Odes et poésies diverses, com o qual ganhou uma pensão, concedida por Louis XVIII. Um ano mais tarde publicaria o seu primeiro romance, Han s’Islande. Os seus livros mais conhecidos são O Corcunda de Notre-Dame (1831) e Os Miseráveis (1862). No final da sua vida, Victor Hugo foi político, deixando notáveis ensaios nesta área. Morreu em Paris, em 1885.

    183 Livros
    1.522 Seguidores

    Victor-Marie Hugo