Dois anos após a saída de Emma de Wesley (sua cidade natal) nos deparamos com uma garota que luta com todas as forças para deixar o passado no lugar dele e também, que luta para não sentir mais… No entanto, apesar de tudo, caixas ainda podem ser abertas e junto com elas memórias podem ser facilmente destravadas como avalanches. Seu plano de seguir em frente sem magoar e machucar ninguém mais vai para o ar quando ela recebe a notícia que sua mãe morreu e tem que retornar a sua cidade natal, ao seu passado. Evan ainda não a perdoou por tê-lo abandonado há dois anos, ele assim como ela tentou de tudo para seguir em frente, mas sempre acabava com os seus pensamentos voltados a todos os mistérios e segredos que sempre ficaram entre eles e que ele jura terem sido o motivo para que Emma tenha o abandonado. Um desenfrear de conflitos entre eles e seus sentimentos velhos, entretanto não esquecidos se inicia quando Evan exige saber o porque de muitas perguntas. Nem mesmo as mudanças são capazes se separar catalisadores.
Ler esse livro foi uma tremenda contradição de emoções, amo a autora e apesar de ter devorado os outros livros dela, nesse me sentia com raiva a cada capítulo. Uma hora era porque o cara que ela havia colocado para ficar entre o casal principal se assemelhava DEMAIS ao próprio protagonista, tanto com ações, quanto reações e falas idênticas… Como também ao fato dela apresentar uma Emma diferente demais da Emma dos livros anteriores, e um dos fatores foi o fato dela se embebedar a beça nesse livro e nos outros ela ter repulsa/pavor de qualquer bebida então ficou meio que essa contradição. Não sei se foi só comigo, mas também percebi muitas semelhanças entre a Emma desse livro e a Nyelle (personagem de um outro livro dessa mesma autora) principalmente no início do livro. Esperei muito pelo reencontro deles mas não tive tudo que jurei que teria então foi um encerramento bem “ok” para essa série que sempre me deixava sem fôlego.