A história de uma coitada
"Tem vinte anos, minha amiga; vejo-a na aresta do precipício, a contemplar-lhe a profundeza, e aí se lhe hão-de prolongar as horas como as do desterrado." Sofrimento e virtude, pobre Ludovina. Da mãe Angélica não tenho pena, ela estragou a vida da filha. Por que ela convenceu Ludovina a casar com aquele traste? Ainda mais pela riqueza, como aconteceu com ela. Logo ela! Depois a filha teve que lidar sozinha com tudo, inclusive negou até socorro no momento em que a filha tinha que lidar com o marido perturbado. Não tem amor e dor que me faça entender isso. E no final o corno verdadeiro só abafou, o corno falso perturbou todo mundo, o amante fugiu e as duas mulheres padeceram. Virtude? Quando a troca é o sofrimento e a dor, será que compensa? P.S. Quero outra edição dessa história, mais organizada. Como a linguagem dificulta um pouco a compreensão, quero reler essa história no futuro. Talvez minha compreensão até mude...

