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    Contos de Hans Christian Andersen - Traduzidos do Dinamarquês

    Hans Christian Andersen

    Paulinas
    2011
    786 páginas
    1d 2h 12m
    ISBN-10: 8535627251
    Português Brasileiro
    4.3
    29 avaliações
    Leram50Lendo19Querem137Relendo1Abandonos2Resenhas4
    Favoritos7Desejados137Avaliaram29

    O livro traz 80 contos traduzidos do dinamarquês (língua original de Andersen) para o português. As histórias e os contos escritos por Andersen refletem os contrastes sociais da época. Ao confrontar os padrões de comportamento dos poderosos e dos desprotegidos, Andersen defendeu seu ideal de igualdade entre os homens. A infância pobre do escritor foi base para suas histórias. {...} Contos de Hans Christian Andersen reúne oitenta contos traduzidos diretamente do dinamarquês para o português por Silva Duarte estudioso e pesquisador especialista em literatura da Dinamarca. Cabe explicar que o trabalho de tradução de Silva Duarte, publicado pela editora portuguesa Gailivros, reúne todos os contos de Andersen, em dois volumes. Para a edição brasileira, Paulinas pediu a professora Nelly Novaes Coelho que fizesse a seleção e notas dos contos mais conhecidos e importantes do escritor. As histórias e os contos escritos por Andersen refletem em sua maioria os contrastes sociais da época. Ao confrontar os padrões de comportamento dos poderosos e dos desprotegidos, Andersen defendeu seu ideal de igualdade entre os homens. Curiosamente, a infância pobre do grande escritor foi matéria-prima para suas histórias. Um paradoxo, pois essas histórias que lhe renderam fama entre os aristocratas, retrataram justamente os contrastes da sociedade dinamarquesa entre o forte e o fraco. Outra parte do encanto que há nos contos de Andersen está na sua capacidade de falar dos sentimentos e emoções em linguagem simples, sem afetações, muito próxima da linguagem coloquial de sua época. A princesa e a ervilha, A Polegarzinha, O Patinho Feio, Os sapatos vermelhos, A menininha dos fósforos, Soldadinho de chumbo são alguns dos contos que estiveram presentes em muitas infâncias... e ressoam na alma do adulto, mesmo quando este age em negação à infância. Só assim para explicar mais de 200 anos de sucesso. Informações do autor: HANS CHRISTIAN ANDERSEN, poeta e escritor, nasceu na Dinamarca em 1805 e faleceu em 1875. Filho de sapateiro e mãe lavadeira, Andersen não teve acesso à educação essencial e, ainda menino, tornou-se arrimo da família, quando ficou órfão de pai. Sensível, humano e com vocação para a arte literária, ele venceu e tornou-se celebridade mundialmente reconhecida. Escreveu peças de teatro, canções patrióticas, contos, histórias e, principalmente, contos de fadas, pelos quais é mundialmente conhecido.

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    Baracat18/05/2020Resenhou um livro
    3 (Bom)

    Uma volta para a infância.

    O trabalho de Andersen realmente é um reflexo de seu período e localidade, e ver essa reflexão é algo bonito. Além disso, os diversos comentários difíceis de enxergar nos contos dele são muito bem feitos. No geral, é interessante e uma leitura que te coloca de volta na infância.

    2 curtidas

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    Avaliações

    4.3 / 29
    • 5 estrelas48%
    • 4 estrelas38%
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    • 2 estrelas3%
    • 1 estrelas0%
    Hans Christian Andersen profile picture

    Hans Christian Andersen

    Hans Christian Andersen era filho de um sapateiro e sua família morava num único quarto. Apesar das dificuldades, ele aprendeu a ler desde muito cedo e adorava ouvir histórias. A infância pobre deu a Andersen a chance de conhecer os contrastes de sua sociedade, o que influenciou bastante as histórias infantis e adultas que viria a escrever. Em 1816, seu pai morreu e ele, com apenas 11 anos, precisou abandonar a escola, mas já demonstrava aptidão para o teatro e a literatura. Aos 14 anos, Andersen foi para Copenhague, onde conheceu o diretor do Teatro Real, Jonas Collin. Andersen trabalhou como ator e bailarino, além de escrever algumas peças. Em 1828, entrou na Universidade de Copenhague e já publicava diversos livros, mas só alcançou o reconhecimento internacional em 1835, quando la

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    Hans Christian Andersen