Nunca Vencedora, Nunca Derrotada - Título original: Never Victorious, Never Defeated

    Taylor Caldwell

    Record
    1971
    554 páginas
    18h 28m
    Português Brasileiro

    Portersville, pequena cidade da Pensilvânia, é o lugar onde Aaron deWitt funda sua estrada de ferro, cuja história iria estender-se por quatro gerações da família, formando uma dinastia multimilionária, com mansões em Portersville. Nova York, na elegantíssima Newport e na refinada Riviera francesa. É nesse ambiente de opulência que se encena uma acirrada luta pelo poder, uma vez que a imensa fortuna acumulada pela família lhe traz inclusive considerável influência política. A luta tem início entre os filhos de Aaron: o mais velho, Stephen, e Rufus, o caçula, dois irmãos de temperamentos e características pessoais totalmente diferentes. Stephen é do tipo íntegro, moderado de gestos e retraído, enquanto Rufus, o Ruivo, é simpático, expansivo, um tanto inescrupuloso e maquiavélico. Seria uma rivalidade que, nascida entre os dois irmãos, continuaria entre seus descendentes. Uma geração mais e Cornelia, filha de Rufus, entra na história para tornar-se sua personagem central. Física e moralmente igual ao pai, ela é irresistível para os homens pela sua dominante personalidade devido à atração física que exerce sobre eles. São muitos os pretendentes à sua mão, jovens ricos, jovens ricos e de famílias importantes. Ela, porém, se casa com Allan Marshall, um irlandês pobre e ex-foguista da ferrovia. Sua origem é humilde, mas Allan é um jovem brilhante. Realizou estudos de Direito, tem uma notável invenção aplicável à industria ferroviária e conquista a simpatia dos seus superiores e do próprio sogro, que lhe vale uma carreira vitoriosa na companhia. Contudo, por mais bem-sucedido que tenha sido profissionalmente, Allan, um idealista acima de tudo, cedo percebe que essa não é o tipo de sucesso que ele busca na vida. Frustrado, passa a beber demais, o que se agrava quando ele vê o mundo encaminhar-se inexoravelmente para a Primeira Guerra Mundial. Nesse ponto a história não alcança ainda o meio. Há o conflito mundial de 1914/18, haverá influências de sistemas políticos antagônicos em diversas partes do mundo. Uma tragédia com um dos descendentes do patriarca Aaron deixa marca profunda na família, que Cornelia continua a manobrar com astúcia e pulso forte até à entrada em cena de Rufus deWitt Marshall, seu neto e em tudo semelhante a ela e ao bisavô Rufus.

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    Ana Soares03/07/2015Resenhou um livro
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    Magnífico!

    Melhor livro da Taylor que li!

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