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    Witches, Midwives, and Nurses: A History of Women Healers

    Barbara Ehrenreich

    The Feminist Press at CUNY
    2010
    112 páginas
    3h 44m
    ISBN-10: 1558616616
    4.1
    14 avaliações
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    Favoritos1Desejados26Avaliaram14

    As we watch another agonizing attempt to shift the future of health care in the United States, we are reminded of the longevity of this crisis, and how firmly entrenched we are in a system that doesn't work. Witches, Midwives, and Nurses, first published by The Feminist Press in 1973, is an essential book about the corruption of the medical establishment and its historic roots in witch hunters. In this new edition, Barbara Ehrenreich and Deirdre English have written an entirely new chapter that delves into the current fascination with and controversies about witches, exposing our fears and fantasies. They build on their classic exposé on the demonization of women healers and the political and economic monopolization of medicine. This quick history brings us up-to-date, exploring today's changing attitudes toward childbirth, alternative medicine, and modern-day witches.

    Resenhas (1)Ver mais
    Karol Carvalho picture
    Karol Carvalho02/11/2020Resenhou um livro
    3 (Bom)

    excellent until the beginning of the end

    The first part of the book was incredible and brought many reflections on women's struggles over the years. But the book ends up doing exactly what he criticizes so much: being sexist. From the moment he takes a totally feminine profession such as nursing and places it on a level of inferiority in relation to medicine, a totally masculine profession, he reinforces the stereotypes that he judges so much. And it still minimizes the profession in the end, belittling its advances and the women who make its history. This ending managed to disappoint a lot.

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    4.1 / 14
    • 5 estrelas43%
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    Barbara Ehrenreich profile picture

    Barbara Ehrenreich

    Barbara Ehrenreich é uma proeminente escritora norte-americana. Além de como escritora, Barbara destaca-se também como colunista, feminista, socialista e ativista política. Ehrenreich nasceu Barbara Alexander, filha de Isabelle Oxley e Ben Alexander. O seu pai foi um mineiro de cobre que conseguiu estudade na Universidade Carengie Mellon e que acabou por se tornar executivo da Gillette. Ehrenreich estudou física no Reed College, terminando em 1963. Em 1986 doutorou-se em biologia celular na Universidade Rockefeller. Seguindo o seu interesse na mudança social, Ehrenreich optou pelo ativismo político em vez de seguir uma carreira cientifica. Conheceu o seu primeiro marido, John Ehrenreich, durante uma campanha anti-guerra em Nova Iorque. Em 1970 nasceu a sua primeira filha, Rosa. O seu segundo filho, Benjamin, nasceu em 1972. Barbara divorciou-se em 1963 casou com Gary Stevenson, um empregado de armazém que se tornou num líder sindical. Divorciou-se deste no início dos anos 90. De 1991 a 1997, Ehrenreich foi uma colunista regular da revista TIME. Actualmente conteibui reguarmente para o The Progressive. Ehrenreich escreveu também para o New York Times, o Mother Jones, o Atlantic Monthly, Ms, New Republic, Z Magazine, In These Times, Salon.com e outras publicações. Em 1998 e 2000 ensinou escrita de ensaios na escola de jornalismo da Universidade da California em Berkeley. Em 2004, Ehrenreich escreveu durante um mês uma coluna como convidada no New York Times enquanto o colunista regular, Thomas Friedman, estava de licença e foi convidada a ficar como colunista. Recusou, dizendo que preferia ocupar o seu tempo em atividades de longo prazo, tal como a escrita de livros. Foi-lhe diagnosticado câncer da mama pouco depois do lançamento do seu livro Salário de Pobreza: Como (não) sobreviver na América. No seu artigo "Bem-vindo à terra do câncer", publicado na edição de Novembro da Harper's Magazine, descreve a sua experiência com a doença e debate os problemas da indústria médica com a questão do câncer da mama. Em 2006, Ehrenreich fundou a United Professional, uma organização em cujo website se descreve como "uma organização sem fins lucrativos e sem afiliações de membros de trabalhadores dos serviços, não importa a profissão ou a situação profissional. Dirigimo-nos a todos os trabalhadores desempregados, sub-empregados e ansiosamente empregados - pessoas que acreditaram que o sonho americano de que educação e esforço podem levar a uma vida segura de classe média, mas que encontram as suas vidas descoordenadas por razões fora do seu controlo." Atualmente, Ehrenreich é uma líder honorária dos Socialistas Democráticos da América. Faz também parte dos quadros diretores da NORML.

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    Barbara Ehrenreich